Quarta-feira, 1 de julho de 2009 - 20h42
Pelas últimas conversas que ouvi dos aliados do Cassol, a questão da cassação é tida como prevista. Mas, como diz o próprio, “dê-lhe tiro e dê-lhe grito”. Cai, porém ficará no cargo até que todos os recursos sejam julgados. Considerando-se que os prazos históricos dos outros cassados variaram de 30 a 60 dias e na suposição de que uma hipotética cassação ocorra no mês de agosto, em tese Cassol ficaria fora do governo por 4, talvez 5 meses, haja vista que seu plano é desincompatibilizar-se do cargo em abril para concorrer à eleição para o Senado. Convenhamos, ficou no lucro. E mais, se emplacar um afilhado – é bem provável – para tocar do seu jeito. CLIQUE, LEIA E COMENTE A COLUNA "POLÍTICA & MURUPI" DO JORNALISTA MULTIMÍDIA LÉO LADEIA.
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