Quarta-feira, 4 de junho de 2008 - 11h31
O deputado estadual Jesualdo Pires (PSB-Ji-Paraná) apresentou ontem na sessão plenária da Assembléia Legislativa projeto de lei que regulamenta, controla e fiscaliza a ação das ONGs no Estado de Rondônia. Em contundente discurso, o parlamentar socialista abordou o perigo existente da internacionalização da Amazônia. "Os países desenvolvidos querem internacionalizar nossa Amazônia. Existe o visível propósito de tornar a região um território independente e muitas ongs estão envolvidas neste projeto", reclama.
O deputado citou recentes declarações de autoridades internacionais que pregam que o território amazônico não poderia mais pertencer ao Brasil. Em alguns paises a Amazônia já não consta no mapa brasileiro.
- "Sabemos que a cobiça pela a Amazônia já é muito antiga, mas agora graças à escassez de alimentos e água potável no mundo este problema tem se agravado e vai se tornar crítico em alguns anos" ressalta Jesualdo Pires.
Ao apresentou projeto de lei que trata do controle e fiscalização das ONGs instaladas em Rondônia, Jesualdo enfatizou que muitas delas servem apenas a interesses internacionais de exploração e roubos do subsolo e da biodiversidade.
O relator da CPI do Senado Federal Senador Raimundo Colombo de Santa Catarina questiona o porquê que 250 ONGs internacionais atuarem na Amazônia sobre o pretexto de combater a miséria e no Nordeste que claramente é uma região muito mais habitada e pobre não existe nenhuma ONG atuando neste sentido.
"Afinal quais seriam os reais interesses destas organizações, que patrocinam estas entidades e a serviço de quem estão instaladas na Amazônia?" indaga o parlamentar que alerta para a necessidade de todos que moram nesta região e, sobretudo ao Governo Federal estarem atentos para estas possíveis agressões que sofreremos futuramente caso não haja investimentos e principalmente fiscalização através do Exército Brasileiro que hoje se encontra completamente sucateado e sem condições de enfrentar o narcotráfico e a cobiça internacional.
Jesualdo Pires conclui que não é contra as ONGs, pois inúmeras delas prestam relevantes serviços, mas "infelizmente uma grande parte atua de forma obscura, na ilegalidade e com interesses escusos".
Fonte: Emanuel Marques
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