Domingo, 27 de janeiro de 2008 - 14h27
O diretor estadual de Obras Públicas (Deosp), Alceu Ferreira, informou que o Governo do Estado deverá lançar no início de fevereiro o edital para contratação das empresas responsáveis pela construção do Centro Político Administrativo, que irá abrigar todas as secretarias, autarquias, palácio e residência oficial do governador, em Porto Velho. Alceu Ferreira garantiu que o projeto encontra-se na fase de correções e elaboração de planilhas e do edital.
Ferreira revelou que já estão sendo reformados prédios que deverão acomodar as secretarias cujos prédios serão demolidos para dar lugar à estrutura do CPA, como por exemplo, as Secretarias de Finanças (Sefin), de Administração (Sead), de Planejamento (Seplan) e da Agricultura (Seapes), além da Defensoria Pública e parte do prédio onde funciona o Programa Estadual de Erradicação das Drogas (Proerd). O pessoal desses órgãos, assim como do palácio que recentemente foi acomodado num prédio anexo à Seapes, segundo Alceu Ferreira, será remanejado para outros prédios próximos à Esplanada das Secretarias, como a Associação dos Servidores Públicos de Rondônia (Aspron), Centro de Processamento de Dados (Ceprord) e alguns galpões da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que estão serão reestruturados.
Com relação às árvores, ele disse que serão derrubadas as que interferirem na nova estrutura, mas compensadas com a urbanização ou arborização prevista no projeto do CPA. A intenção da administração estadual é preservar o máximo possível essas árvores, completou.
Segundo o Deosp, o CPA deverá ser concluído até 2010, transformando a paisagem da Capital rondoniense, com mais cinco prédios dotados de arquitetura moderna e tecnologia avançada, incluindo elevadores, um deles (o do palácio) panorâmico, construídos em uma área de mais de 40 mil metros quadrados, no espaço da atual Esplanada das Secretarias, na avenida Farqhuar.
Pelo projeto, que atende à determinação do governador Ivo Cassol de oferecer espaço mais confortável aos servidores e usuários do serviço público estadual, o palácio governamental será instalado em um prédio de 13 andares, dois dos quais (o 12º e o 13º) destinados à residência oficial, enquanto as demais repartições serão distribuídas por dois prédios de cinco andares e outros dois de sete.
Para agilizar a execução do projeto, conforme Alceu Ferreira, a licitação será feita em cinco lotes para que cada um fique sob a responsabilidade de empresas diferentes.
Fonte: Veronilda Lima
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