Quinta-feira, 27 de março de 2008 - 15h15
A presença da Força Nacional em Rondônia será aproveitada pelo governador Ivo Cassol (sem partido) para requerer ao governo federal que autorize o deslocamento dos policiais até a região de conflito da Liga dos Camponeses Pobres, a chamada a LCP, na região de Jacinópolis. A informação foi repassada ontem pelo próprio governador, que tem em mãos um relatório sobre as ações da LCP em Rondônia. Cassol adiantou ainda que as investigações continuam sendo feitas na região de atuação da liga e que uma ação definitiva será tomada para acabar com a onda de assassinatos que, segundo o secretário de Segurança de Rondônia, Evilásio Sena, chega a duas vítimas por semana.
Lado bom
A reportagem da edição desta semana da revista IstoÉ serviu, segundo o governador, para que o Brasil tomasse conhecimento de uma situação que Rondônia já conhecia, mas que precisa do apoio do governo federal para que seja solucionada.
Na opinião do governador, em vez de multar e repreender trabalhadores do setor madeireiro em Rondônia, a Força Nacional deveria ajudar a combater a criminalidade na região de Jacinópolis. As chuvas do atual período atrapalham o deslocamento dos policiais mas, segundo Cassol, a ação policial será tomada o mais rápido possível.
Muita madeira que está no pátio das serrarias tem origem na área de preservação, onde a LCP atua, segundo o governador, que diz ainda que é isso que o governo federal deveria combater. O que acontece na região afronta o Estado de Direito com uma milícia atuando. Isso é conflito federal e por isso o governo federal deve ajudar nessa ação, disse Cassol.
Evilásio Sena confirmou à Folha que o detalhamento da ação da LCP está em um reltório enviado ao governador e que, a partir de agora, é questão de tempo para que a criminalidade seja combatida de forma efetiva na região. Segundo Sena, o próprio governo federal tem culpa sobre a existência da LCP, por fornecer cestas básicas por meio do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), mas espera que a questão política não interfira na autorização para que a Força Nacional atue na região.
Fonte: Decom
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