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FUNASA: Ações de combate a H1N1 e desnutrição nas aldeias alcançam objetivos


 
Ações realizadas pela Coordenação Regional de Rondônia (Core-RO), em três aldeias indígenas, localizadas na área terrestre de Guajará-Mirim e duas, em Nova Mamoré, alcançam objetivos. Durante 17 dias, técnicos da Funasa e de outros órgãos estaduais executaram atividades de prevenção e controle da Influenza A (H1N1), combate a desnutrição, mobilização social e educação em saúde.FUNASA: Ações de combate a H1N1 e desnutrição nas aldeias alcançam objetivos  - Gente de Opinião

Estiveram envolvidos nas atividades aproximadamente mil habitantes das aldeias Lage Velho, Lage Novo e Linha 10 (Guajará-Mirim) e Limão e Ribeirão (Nova Mamoré). Segundo os responsáveis pela ação, o principal objetivo foi trabalhar ações preventivas, através de rodas de conversas e práticas comunitárias, visando melhorar a saúde das populações.

Para a nutricionista da Assessoria de Comunicação e Educação em Saúde (Ascom/Core-RO), Célia Pordeus, os primeiros resultados do trabalho foram constatados após a realização de rodas de conversas e palestras. “Percebemos que ao final das orientações, os índios passaram a praticar hábitos mais saudáveis, como lavar as mãos antes das refeições. Vale ressaltar, que o aproveitamento alimentar também passou a ser praticado pelos indígenas”, afirmou a servidora da Funasa.

Entre os serviços prestados pelas equipes multidisciplinares de saúde, controle social, endemias e saneamento, estiveram: vacinação, acompanhamento do crescimento e desenvolvimento das crianças, escovações supervisionadas, rodas de conversas, controle de vetores, vacinação canina, levantamento epidemiológico, identificação da população desnutrida e aproveitamento de alimentos nativos, entre outros. As populações atendidas também participaram de palestras sobre H1NI, meio ambiente, queimadas e primeiros socorros.

Estiveram envolvidos na ação, profissionais da Funasa/RO, do Distrito Sanitário Especial Indígena (Dsei) Porto Velho, Pólo-Base de Guajá-Mirim, Divisão de Engenharia de Saúde Publica (Diesp) e Casa de Apoio à Saúde do Índio de Guajará-Mirim. O atendimento contou ainda com a parceria da Fundação Nacional do índio (Funai), Secretarias Saúde e Educação de Guajará-Mirim, Secretaria de Estado da Educação, Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Corpo de Bombeiros, e conselheiros indígenas locais.

Fonte: Ascom FUNASA

 

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