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Flora quer pioneiro como patrono da ponte de Ji-Paraná


 

O movimento de vários segmentos da comunidade de Ji-Paraná, para que a ponte sobre o Rio Machado tenha como patrono o pioneiro Clodomir Lima, conhecido como Amiguinho, falecido há pouco tempo, recebeu a adesão da candidata a deputado estadual FloraFlora quer pioneiro como patrono da ponte de Ji-Paraná - Gente de Opinião Castelo Branco. Ela considera ser "fundamental que pessoas que tenham contribuído com a história de Rondônia, como é o caso do Amiguinho, sejam lembradas como patronas de monumentos, prédios, ruas e outras obras públicas".

Flora Valadares disser ser importante que sejam patronos de prédios e obras públicas, federais, estaduais e municipais em Rondônia, pessoas que tenham deixado um lastro positivo de contribuição com a história, a educação, as artes, a cultura e a economia regionais. "Aqui mesmo em Ji-Paraná temos o jornalista Edgar Vasconcelos, em Guajará a professora Francisca Quintão, primeira mulher a assumir a função de juiz de paz, em Pedras Negras, e em qualquer lugar que estejamos temos nomes capazes de fazer crescer ainda mais a homenagem que lhes forem concedidas", frisou a candidata a deputado estadual.

No encontro que teve com representantes da comunidade ji-paranaense, Flora Castelo Branco lembrou ser importante a valorização dos nomes dos que tenham oferecido praticamente suas vidas para que rondônia se desenvolva, e cujos nomes não podem desaparecer devendo, ao contrário, serem perpetuados".

Para Castelo Branco, "temos uma lista enorme de pessoas a que Rondônia muito deve, em qualquer das áreas de atividde humana, como é o caso do Amiguinho, cuja trajetória de mais de meio século em Vila Rondônia, depois Ji-Paraná, foi fundamental para inseri-lo na história e fazê-lo merecedor dessa homenagem".

A candidata lembrou que Amiguinho chegou a Ji-Paraná como garimpeiro de diamante e se instalou na pequena comunidade de então, ainda na década de 1940, passando depois a exercer várias outras ativ idades, gerando emprego para muits famílias e tornando o hotel denominado Amiguinho num ponto de referência para as pessoas que tinham necessidade de se hospedar na cidade.

Fonte: Lúcio Albuquerque
 

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