Porto Velho (RO) domingo, 12 de julho de 2020
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Entidades afirmam que não foi equívoco colocar a foto do Governador em Cartaz


A juíza auxiliar do TRE (Tribunal Regional Eleitoral) Sandra Maria Nascimento de Souza aceitou pedido da coligação "O Trabalho Continua", do candidato à reeleição Ivo Cassol (PPS), para impedir a distribuição de cartazes com fotos do governador junto com as de 23 deputados estaduais do Estado investigados pela Polícia Federal por supostamente desviar recursos dos cofres públicos. Além das imagens, nos cartazes está inscrita a frase "Chega de corrupção, propinas, falta de ética e impunidade. Você os conhece. Votaria neles?". Em nota a Diocese de Ji-Paraná afirma que não foi equívoco colocar a foto de Ivo Cassol no cartaz. É sabido que ele está sendo processado no Superior Tribunal de Justiça (STJ): Inquérito 450, registrado no STJ com o n° 2004/0129980, investigado por envolvimento na extração ilegal de Diamantes e contrabando, na reserva Roosevelt; Ação Penal n° 401, registrado no STJ com o n° 2004/0071386 sob a acusação de fraude em licitação, desvio de dinheiro público e formação de quadrilha ou bando, sem falar na petição do Ministério Público Federal, n° 2528 de 2004, que foi arquivada, mas que investigava sobre a informação do Governador que disse que iria mandar invadir as 48 unidades de conservação do Estado, inclusive as reservas federais e que o STJ anexou tal ação ao Inquérito 450, que tramita no mesmo Tribunal, fatos que foram amplamente divulgados pela imprensa estadual e nacional, sendo o único governador a ser processado por essa Corte. A nota reitera ainda que o cartaz não tem a intenção de difamar ninguém, mas apenas orientar os cidadãos sobre o momento eleitoral em que vivemos. Sua publicação não representa um ato isolado, mas faz parte de um projeto de conscientização dos eleitores promovidos pelas Igrejas e pelos organismos que o assinam. Não é um projeto desenvolvido somente no Estado de Rondônia, mas em âmbito nacional. No final de 2003 os três bispos de Rondônia fizeram um pronunciamento denunciando o envolvimento dos três poderes em esquemas de corrupção que foram comprovados mais tarde pela Operação Dominó. Nota da Coligação é mentirosa Fitas gravadas pelas emissoras de TV comprovam que a nota assinada pela coordenação da Coligação “O Trabalho Continua” é mentirosa. O governador não marcou horário para falar com bispo. A assessoria da Diocese informou que jamais o bispo marcaria dois compromissos ao mesmo tempo. Outra mentira trata-se de que o governador estava sozinho e foi humilhado. As fitas comprovam que o governador estava preparado para polemizar. Ainda na recepção, colocaram um microfone de lapela no governador e entraram com cinegrafista, assessores e seguranças. “O governador tentou gravar a conversa com o bispo, como a imprensa estava lá ele fez teatro”, disse a assessoria. A nota mente quando afirma que o governador foi surpreendido pelo clima hostil em que foi recebido. A assessoria da Diocese informou ainda que é só pegar as imagens e ver que quem chegou falando alto como se estivesse em um comício, “foi governador que não respeitou o lugar em que estava e sem ser convidado”.

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