Porto Velho (RO) domingo, 15 de julho de 2018
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Em entrevista, presidente da Fecomércio-RO fala sobre situação do alfandegamento do aeroporto da capital


Em entrevista, presidente da Fecomércio-RO fala sobre situação do alfandegamento do aeroporto da capital - Gente de Opinião

O presidente da Fecomércio-RO, Raniery Coelho, e o vice-governador do Estado, Daniel Pereira, foram os entrevistados do Programa “Toda Manhã, com a jornalista Emily Virgílio, na terça-feira, na Rede TV sobre a atual situação do alfandegamento de cargas e passageiros do aeroporto de Porto Velho, que, apesar do status “internacional” ainda não faz voos internacionais.

Segundo Raniery Coelho, a Fecomércio-RO trabalhou nos últimos dois anos, junto com a Infraero, Governo do Estado por meio da Suder, Fiero e ABAV, e entregou um pedido técnico com todas as demandas necessárias para o alfandegamento na Receita Federal . No ano passado, o estudo foi entregue em mãos por representantes da Fecomércio-RO, ao ministro do Transporte, Maurício Quintella, Governo do Estado Confúcio Moura e para representantes da bancada federal, em Brasília.

“Hoje estamos somente na dependência do financeiro. A obra do alfandegamento possui custo aproximado de R$ 7 milhões, um valor até certo ponto baixo, se considerado o custo-benefício que será gerado para a nossa economia. Estamos mantendo entendimento direto com o Governo do Estado e aguardamos com muita expectativa o anúncio do custeio da obra pelo Executivo estadual”, comentou Raniery.

Durante a entrevista, o vice-governador Daniel Pereira deixou claro que o Governo do Estado pretende custear as obras e falou que, na semana passada, entregou em mãos o estudo técnico sobre o alfandegamento, ao governador Confúcio Moura. “Essa obra não tem muita importância para o Governo Federal, mas para nós é de suma importância. Por isso, somos nós que teremos de fazê-la”, disse Daniel.

O vice-governador ainda destacou que o Estado caso não disponha do valor para  o investimento no aeroporto, poderá buscar parceiros para solucionar a questão do alfandegamento, lembrando que problema parecido ocorreu com o Porto público da capital. “Em 1997, fizemos um convênio com o Grupo Maggi e conseguimos os investimentos necessários para o nosso porto. Acredito que a questão do aeroporto será resolvida da mesma forma. Nosso porto público hoje é um diferencial da nossa economia”, finalizou.

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