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ELEIÇÕES 2010: Cassol abre abre as baterias contra Confúcio. É sinal de polarização


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A polarização

Nem a coalizão PMDB/PDT tinha encerrado o anuncio de um acordo no Aquários Hotel, na última segunda-feira, definindo o chapão Confúcio Moura/Airton Gurgacz, que o ex-governador Ivo Cassol, o grande articulador da candidatura do governador João Cahulla, já começava abrir as baterias contra a aliança oposicionista. É sinal de polarização, Ivo já farejou: a coalizão é forte, Confúcio é o inimigo.

 
 

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Contas políticas

Com a base governista rachada em duas candidaturas – João Cahulla e Expedito Junior – os oposicionistas apostam que mais cedo ou mais tarde o governador Ivo Cassol tentará unificar as duas campanhas em uma. Ivo nega de pés juntos esta possibilidade e continua tratando o ex-aliado Expedito, como adversário. Mas, sabem como são as coisas: a necessidade faz o sapo pular. E a oposição acredita que aquela “briga” não é para valer.

 

Em primeiro turno

Não faz duas semanas, o ex-governador Ivo Cassol sapecou que João Cahulla ganha o pleito em primeiro turno. Assegura que tem pesquisas não oficiais, que garantem, que o eleitorado vai optar pela estabilidade e que o eleitorado, ao final de tudo, votará no candidato que ele apontar. Não é o que se vê: Expedito continua firme, Confúcio se reforçou, e Valverde com as bênçãos de Lula também tem seu quinhão de votos.

 
 

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Candidato com antivírus

Aos ataques contra o PMDB – que segundo Cassol afundou Rondônia – a aliança apresenta um candidato ficha limpa, um dos mais fichas limpas de Rondônia diga-se de passagem. Ficha limpa é um artigo raro na política rondoniense. E Confúcio, que pilota a coligação tem uma trajetória política invejável: foi competente como deputado federal e de grande eficiência como prefeito.

 

A polarização escolhida

Ninguém vai falar nada, mas os blocos políticos começam a escolher seus adversários preferenciais. Ivo e Cahulla preferem pegar Confúcio no segundo turno, porque acreditam que ele será mais fácil de derrubar, por causa dos atrasos de pagamento do funcionalismo nas gestões peemedebistas. Já, o bloco PMDB/PDT/PC do B, prefere pegar o governador João Cahulla, porque acredita que desta forma atrairia o apoio do PT num já previsível segundo turno.
 

  Fonte: Carlos Sperança. 
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