Quarta-feira, 31 de outubro de 2007 - 10h08
Para ampliar sua capacidade de fiscalização e de atendimento aos usuários das rodovias federais em Rondônia e Acre a Superintendência Regional do DNIT está colocando em operação em pontos estratégicos dos dois estados sua nova frota de utilitários Mitsubishi. A Superintendência do DNIT recebeu cinco camionetas 0 km, que serão utilizadas na fiscalização das estradas federais. Foram também incorporados ao patrimônio do órgão três novos Renault Clio, que também serão empregados no fortalecimento das ações no estado.
A preocupação do superintendente regional do DNIT, José Ribamar da Cruz Oliveira decorre da proximidade do período de chuvas, no qual as rodovias são seriamente atingidas, especialmente a BR-364, que também sofre com o tráfego intenso de caminhões pesados. E mesmo com o trabalho das empresas responsáveis pela manutenção e conservação das rodovias, os estragos causados pelas chuvas são praticamente inevitáveis. Especialmente porque a BR-364, cujo asfalto, com trechos que já superam os 30 anos, não foi projetada para receber tamanho volume de rodotrens que por eles trafegam diariamente.
Oliveira explica que o DNIT está agora melhor aparelhado para realizar o acompanhamento permanente das condições das estradas, o que sem dúvida irá possibilitar uma atenção mais rápida aos trechos mais críticos. Mas adverte que Rondônia somente poderá deixar de conviver com problemas nas estradas a cada período chuvoso a partir da recuperação total da BR-364, da divisa com o Mato Grosso até à divisa com o Acre. O projeto da obra já está em fase final de licitação, mas ela foi interrompida por um recurso interposto por uma empresa derrotada no processo. O recurso será julgado pela Comissão de Licitação do órgão.
Segundo o superintendente regional do DNIT, o trabalho é bastante amplo, já que deverá contemplar a reforma e alargamento de todas as pontes e bueiros, adequação do leito da rodovia à nova realidade do transporte pesado, construção de terceiras pistas em trechos mais críticos, como a chamada curva da morte , bem como de todo o trecho de serra com curvas extremamente perigosas perto de Jaru. Enquanto a nova estrada não chega, porém, estamos nos aparelhando para enfrentar rapidamente as dificuldades e reduzir o desconforto e a insegurança dos usuários, tarefa que poderá ser melhor desempenhada com a nova frota de veículos concluiu ele.
Fonte: Carlos Henrique
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