Sexta-feira, 22 de outubro de 2010 - 10h45
DENÚNCIA: Banco Bradesco aumenta perseguição e tenta até mesmo cercear o direito de ir e vir de bancários
Depois de ficar conhecido como “máquina de moer gente” – devido ao número expressivo de demissões injustas praticadas contra funcionários lesionados - e já ser um nome conhecido e comum nas salas de audiência do Tribunal Regional do Trabalho - onde vem sofrendo sucessivas derrotas - o banco Bradesco de Rondônia agora assumiu a postura real de intolerância e perseguição implacável ao trabalhador bancário.
É o que se pode confirmar com as inúmeras denúncias feitas por trabalhadores que foram injustamente demitidos, funcionários que preferem não se identificar e pelos dirigentes do Sindicato dos Bancários e Trabalhadores do Ramo Financeiro de Rondônia (SEEB/RO).
As atuais denúncias dão conta, inclusive de tentativa de cercear o direito de ir e vir do funcionário, a exemplo do que aconteceu com o time de futebol do Bradesco. Na fase classificatória do Campeonato Bancário de Futebol Society 2010, o time do Bradesco – atual campeão do certame - foi impedido de jogar, por ordem oriunda da gerencia regional e administrativa do banco.
“Acredito que eles queriam atingir o torneio, comprometendo a atuação do sindicato, que realiza o Campeonato. No entanto, eles, simplesmente atingiram seus próprios funcionários, que passaram por constrangimento e, com o time incompleto, acabaram levando uma goleada de 8 a 1 e perderam a chance de disputar as semifinais”, disse um bancário que não quis se identificar e que acrescenta: “Isso é uma tentativa de retaliação à atuação do sindicato, que vive combatendo as mazelas e desmandos praticados pela instituição bancária”.
ASSÉDIO E PERSEGUIÇÃO
O banco Bradesco, um dos mais ricos da América Latina, é notoriamente conhecido como uma instituição que persegue e humilha seus trabalhadores. Inúmeras denúncias são feitas ao sindicatos e às regionais em Rondônia, o banco acabou recebendo a denominação de “máquina de moer gente”, por ser recordista em número de demissões de trabalhadores vítimas de doenças adquiridas no trabalho.
Além disso, o Bradesco é famoso por praticar o assédio moral e constrangimento ilegal a seus funcionários. Durante a greve nacional da categoria, gerentes do banco ligavam para os funcionários - de noite e de madrugada - e os obrigavam a trabalhar, usando de toda sorte de intimidação, até mesmo com ameaça de demissão. A mesma ‘tática’ de terrorismo também obrigava os bancários a ligarem para a polícia – fazendo denúncias contra o movimento - e impedirem a atuação dos grevistas.
Por isso, as agências do Bradesco foram as que mais ‘furaram’ a greve e o clima de desconforto e constrangimento eram nítidos nessas unidades.
FONTE: RONDINELI GONZALEZ / SEEB/RO
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