Porto Velho (RO) segunda-feira, 20 de agosto de 2018
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COE conclui programa de instrução para tropas especiais


A formatura foi nesta segunda-feira, 27, às 8 horas em frente ao Quartel do Comando Geral da Polícia Militar. Participaram da instrução policiais militares da COE em Porto Velho e dos Grupos de Operações Especiais do 2º Batalhão de Ji-paraná, 4º Batalhão de Cacoal e 6º Batalhão de Guajará-mirim. Representando a coronel Angelina Ramires, Comandante Geral da PM, esteve o coronel PM Adilberto Maciel, subcomandante da Corporação. Foram entregues ainda as Medalhas Mérito forte do Príncipe da Beira ao capitão PM Silvio Carlos Cerqueira e ao 3º sargento PM Manoel Rodrigues da Silva Filho.
 
Para  o coronel PM Maciel, subcomandante da PM, a busca de conhecimentos, aperfeiçoamentos e informações é importante no mundo globalizado, onde todos têm a cada dia uma nova modalidade de atendimento e defesa da sociedade. Seja nos diversos campos de atuações de nossa sociedade. E os policiais militares ainda mais.
 
Ele destacou " os relevantes serviços prestados pelos Grupos Especiais ao povo de Rondônia", com muita disciplina, não têm medido esforços para o cumprimento das mais diversas missões constitucionais demonstrando um alto grau de aptidão para o serviço público.
 
A partir de hoje os policiais militares da COE  - Companhia de Operações Especiais iniciam os cursos de Direção Operacional e Curso de Choque  em Porto Velho.

Grupos de operações Especiais

 Os grupos de Operações Especiais, existentes em algumas Unidades da Polícia Militar do Estado de Rondônia, constituem forças de pronto emprego para atuar em situações não convencionais, situações críticas do ponto de vista tático, que requerem ação direta para obtenção de resultados bem definidos, visando um objetivo específico. Essas situações podem incluir captura ou resgate de pessoal e/ou material, operações de selva, ocorrências com artefatos explosivos, missões de assalto, reconhecimentos, e outras operações que se diferenciam das convencionais pelo nível de risco físico e, às vezes, político, pelas técnicas operacionais empregadas e pela autonomia ou independência para agir.
 
Dotados de profissionais altamente especializados e exaustivamente adestrados, esses grupos são formados por policiais militares combatentes voluntários que se submetem a um rigoroso processo de seleção. Ao final incorporados, ainda se sujeitam a um contínuo treinamento e muitos não suportam os rigores, desistindo ou sendo afastados dos grupos, por inaptidão. Desse modo, aqueles que permanecem são realmente distintos que provaram sua integridade de caráter e vigor físico.
 
A característica peculiar desses grupos é o seu modo de operação. Diferentemente das tropas regulares, empregadas em grande efetivo, esses grupos, quando colocados em ação, operam em pequenos grupos ou, algumas vezes, destacam profissionais isolados para cumprirem missões específicas. Por isso, os profissionais integrantes dos grupos de operações especiais distinguem-se dos demais militares em geral porque são elementos capazes de atuar isoladamente em situações que requerem decisões e condutas fora do convencional; são, portanto, profissionais qualificados que podem ser empregados para cumprir diversas tarefas. São dotados de alto grau de discernimento, perspicácia e lucidez, como também incessantemente preparados para suportarem a pressão física e psicológica inerentes às dificuldades do cumprimento solitário de missões complexas.
 
A formação de um integrante de Operações Especiais deriva de um treinamento avançado, o qual habilita o mesmo a trabalhar em uma Unidade de Elite, na qual deve saber o que defender, porque deve ser defendido, e a melhor maneira para fazê-lo.
 
O Homem de Operações Especiais deve ser meticuloso. Suas explicações devem ser completas. E ele conhecer bem o seu trabalho. Não há meio termo. Tendo entrado em uma carreira em que o principal objetivo é salvar vidas e preservar a Lei. Deve estar completamente atento para a fragilidade do ser humano. Ele sempre ouvirá acusações, reclamações, dor das testemunhas e ainda assim deve adotar uma postura firme e responsável.
 
O Homem de Operações Especiais deve saber como separar seus problemas pessoais daqueles que estão sob sua responsabilidade. As contingências de sua própria vida não podem ser diminuídas do seu trabalho. Também aprende que deve renunciar a alguns confortos básicos, deve aprender a controlar a sua aflição existencial através de uma rigorosa honestidade e uma objetiva interpretação dos fatos.
 
Somente aqueles que vivem neste desígnio podem entender este intrínseco valor, como também o bem que advirá por fim. Este é o Componente de uma Tropa de Elite.

Fonte: Lenilson Guedes

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