Domingo, 3 de outubro de 2010 - 15h58
Bruno Boghossian, do Rio
Estadão de São Paulo
Um dos nomes fortes do DEM, o candidato ao Senado pelo Rio Cesar Maia afirmou que o partido terá candidato próprio à Presidência da República em 2014. Segundo o ex-prefeito da capital fluminense, a imagem do partido ficou enfraquecida nos últimos anos devido a falta de protagonismo em eleições para o executivo. “Vimos que não ter candidato a presidente, reduz nossas bancadas. Nós precisamos ter um candidato com o nosso número e defendendo as nossas teses. Não há como o DEM, nas próximas eleições, não ter candidato a presidente”, afirmou.
O candidato, que mantém a tradição de analisar minuciosamente os números das pesquisas eleitorais, mostrou confiança na ida da chapa formada por José Serra (PSDB) e Índio da Costa (DEM) para o segundo turno. Para Maia, esta possibilidade se abriu com o crescimento de Marina Silva (PV) nas últimas semanas. “Eu sei disso há 30 dias e o curioso é que isso se dá por razões inversas às que se imaginava. Via-se a Marina como a candidata do século 21, da renovação, mas foi o voto conservador que a empurrou dos 8% ou 9 % (de intenção) para 16% ou 17%”, avaliou.
Empatado em terceiro lugar nas pesquisas para intenção de voto no Senado com candidato do PMDB Jorge Picciani, Maia diz que o grande número de indecisos nesta disputa podem provocar nas urnas um resultado diferente do previsto. “Quando você pergunta ao eleitor do segundo voto (para senador) e se ele está completamente decidido, de 60% a 65% dizem que não. Então, temos um número muito grande de indecisos”, afirmou o candidato antes de votar no Hotel Intercontinental, em São Conrado, na zona sul do Rio.
Maia, que foi prefeito do Rio por três vezes, afirmou que nesta disputa tenta recuperar sua imagem na cidade e no Estado. “Foi uma campanha muito importante para mim, porque disputei duas eleições. Uma foi para o Senado e uma para um resgate de imagem. Se hoje eu tenho condição de estar muito próximo daquele que vem em segundo lugar, eu acho que a segunda parte foi cumprida. A primeira parte depende o eleitor”, disse.
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