Sábado, 20 de março de 2010 - 08h26
Precisei ir ao Detran para uma vistoria no Celtinha. Liguei para o despachante, pois a minha experiência diz para eu evitar o Detran o máximo possível. O cara, estranhamente, declinou em receber seus honorários. "É muito simples, é só o senhor ir lá cedinho. Não há taxas". "Não há taxas? No Detran?" "Sim senhor, não precisa pagar..."
Cheguei lá hoje cedo, esperei a repartição abrir e estacionei no box. Aí começou..jpg)
- O senhor vai lá dentro pegar o formulário.
Fui. A funcionária queria saber para que eu queria a vistoria. Expliquei e recebi o formulário. Voltei ao pátio, que não tinha mais nenhum vistoriador disponível, apesar de só ter dois carros e uma moto aguardando. Descobri a sala deles e fui lá. Dois funcionários batiam papo e um deles, contrariado, me atendeu.
- Para adiantar o senhor leve o extintor para o bombeiro, naquela sala.
Sem ao menos levantar a cabeça, o militar olhou o extintor e carimbou meu formulário. Voltei e a "vistoria" já tinha sido concluída. Como o porta-malas estava fechado e a chave no meu bolso, não olharam se tinha estepe, macaco, chave de roda ou triângulo de segurança.
- O senhor vai ter que trocar o lacre da placa.
- Mas ninguém mexeu nele...
- O encarregado do lacre olhou e disse que o senhor precisa trocar.
- (Lá vem o golpe!) Qual o procedimento?
- É so pedir o formulário e pagar a taxa no outro prédio.
Eu sabia...
Fui ao outro prédio. Só aceitam pagamento em dinheiro e o caixa automático não lê o código de barras. Você tem duas opções: digitar os números ou sacar dinheiro e pagar no balcão. Foi o que fiz.
No retorno, voltei ao setor de lacre. O funcionário falou: "O senhor deve procurar o Amaral, no pátio".
Perguntei lá fora "Quem é o seu Amaral?" "É aquele lá, sentado na sombra do jambeiro..."
O seu Amaral assinou o formulário e me devolveu. "E agora?" "Tem que voltar lá e pegar o lacre".
A estas alturas eu já xingava (mentalmente) o Detran, o despachante e quem inventou a burocracia.
Voltei, entreguei o formulário autografado e recebi o lacre. Voltei ao seu Amaral, que rapidamente tirou o lacre "violado", colocou o novo e disse agora é só levar no "japonês".
O funcionário conferiu tudo, assinou e passou para a assistente que apôs cinco carimbos no papel.
Uma hora e 31 reais gastos para nada.
Fonte: Blog Banzeiros do jornalista de Opinião José Carlos Sá
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