Sexta-feira, 25 de julho de 2008 - 14h09
Na noite de ontem (24) o governador Ivo Cassol, acompanhado da primeira dama Ivone Cassol, deu o pontapé para o reinício da construção do Teatro de Porto Velho com a assinatura da Ordem de Serviço, que dará continuidade as obras paradas há mais de uma década.
A solenidade foi bastante concorrida e reuniu centenas de pessoas entre autoridades civis e militares no terreno onde hoje existem apenas escombros e armações de concreto do Teatro Estadual, na Avenida Presidente Dutra, no bairro Pedrinhas. Entre elas estavam o vice-governador João Cahulla, o chefe da Casa Civil, Odacir Soares, o senador Expedito Júnior, os deputados federais Rubens Moreira Mendes e Eduardo Valverde, os secretários de Estado e os deputados estaduais Jidalias Tiziu, Jesualdo Pires, Miguel Sena e a comandante Geral da Polícia Militar, Angelina Ramires.
Para o secretário Estadual de Cultural, Esporte e Lazer - Secel, Jucélis Freitas, o evento marca um momento histórico para classe de cultura e artes cênicas, assim como toda a população de Rondônia.
O que ainda impedia a retomada dos trabalhos era a escritura pública definitiva do terreno, uma medida para evitar problemas como ocorreu em 2007 entre o Exército e o Governo do Estado. Com o documento de doação da área da União ao Estado de Rondônia, a obra deve começar ainda este mês de julho. As armações serão reaproveitadas e a obra deve ser concluída no prazo de 18 meses.
A construção do Teatro Estadual será realizada sob fiscalização do Departamento de Obras e Serviços Público do Estado (Deosp). Avaliado em mais de R$ 17 milhões, montante este já depositado pelo Banco do Brasil na conta do Governo do Estado, o teatro foi projeto sob linha moderna com capacidade para aproximadamente 750 lugares. Possui saguão duplo, térreo e mezanino, com facilidade de acesso para portadores de necessidades especiais.
"Me sinto muito feliz de construir e realizar o sonho da população do estado. Em breve nossa capital vai ficar equiparada com as demais capitais do país, uma vez que era a única do Brasil que não tinha um Teatro, um espaço para as manifestações culturais. Depois de pronto, nosso Teatro terá capacidade de público bem maior que o Teatro Amazonas em Manaus, que possui 500 lugares. O nosso terá 700 lugares e mais uma sala para espetáculos pequenos com capacidade para 200 pessoas, além de salas para oficina de dança, cenário, iluminação e figurino. Será uma das mais modernas edificações do nosso estado, depois do Centro Político Administrativo", salientou o governador Ivo Cassol durante seu discurso.
Fonte: Decom
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