Quarta-feira, 29 de junho de 2022 - 10h47

A despeito de toda a
mobilização da sociedade rondoniense, por meio de seus representantes no
parlamento estadual, para dotar o sistema de saúde de mais médicos,
farmacêuticos, enfermeiros, fisioterapeutas e odontólogos no momento de
enfrentamento da crise causada pela pandemia, o Centro Universitário São Lucas,
hoje controlado pelo grupo AFYA, tem se demonstrado insensível ao disposto na
Lei Nº 5.349, de 20 de maio de 2022. Autora do projeto de lei, a deputada
estadual Rosangela Donadon, com o apoio dos demais membros da comissão, obteve
a convocação de uma sessão extraordinária nesta quarta-feira, 29 de junho, ao
meio-dia, no plenarinho 01.
A parlamentar revelou na
sessão dessa terça-feira, 28, que sua preocupação se tornou ainda maior em face
das mensagens que tem recebido de alunos do curso de medicina relatando
dificuldades no diálogo com os dirigentes do Centro de Ensino São Lucas. “Ainda
não saímos da pandemia; instituições sérias, como o Tribunal de Justiça e o
Ministério Público, inclusive determinaram a obrigatoriedade de máscaras em
seus ambientes de trabalho; todos os cursos de medicina, inclusive o da
Universidade Federal de Rondônia, adotaram a antecipação da graduação; o que
leva o Centro de Ensino São Lucas a agir na contramão de toda essa união de
esforços?”, indagou a deputada.
Apoiada em sua iniciativa
pelos deputados Cássia Gomes, Eyder Brasil, Lazinho da Fetagro, Adelino
Follador e Dr. Neidson, dentre outros, Rosangela Donadon teve aprovado o seu
requerimento para a realização de sessão extraordinária da Comissão de Saúde,
em que, segundo ela, ficará claro que os parlamentares insistem na busca de
solução por meio do diálogo. “Por essa razão, acreditamos que os dirigentes do
Centro de Ensino São Lucas atenderam nosso convite para esclarecerem não apenas
a nós, mas à sociedade civil que representamos, as razões de seu posicionamento
contrário à antecipação da graduação”, afirmou a parlamentar.
Na avaliação de Rosangela, é
inconcebível que uma instituição beneficiada pelo Estado, que lhe abre as
portas de suas unidades hospitalares para viabilizar a formação dos acadêmicos
de medicina, oportunizando-lhes o cumprimento do estágio obrigatório, se
mantenha alheia a toda a soma de esforços que está havendo por parte dos órgãos
públicos e das instituições de ensino de medicina no sentido de dotar o Estado
de mais profissionais para atuar na solução da crise instalada com a pandemia.
“Não se trata apenas da covid-19, mas de uma série de problemas, como o retardo
no agendamento de cirurgias, na regulação de consultas e outros procedimentos”,
advertiu.
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