Porto Velho (RO) sexta-feira, 18 de outubro de 2019
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AMAZÔNIA: Por mês, cerca de 2,8 milhões de pessoas utilizam transporte aquático



Dados da Marinha apontam que cerca de 2,8 milhões de pessoas utilizam algum meio de transporte aquático para viagens intermunicipais e travessias entre comunidades mensalmente na região amazônica.

Neste feriado, a Agência Rio Amazonas estima que a venda de passagens de barco no porto central da cidade de Manaus deve aumentar cerca de 30%.

Outra opção de transporte sobre os rios no Amazonas são as balsas administradas pela Sociedade de Navegação, Portos e Hidrovias do estado (SNPH). Elas estão localizadas no porto de São Raimundo, zona Oeste de Manaus, e como as lanchas do porto central também realizam a travessia para o município de Iranduba (a 22 quilômetros de Manaus).

Diferentemente das lanchas, as balsas de São Raimundo - como são conhecidas - são capazes de levar não só os pedestres, mas também motos, carros, caminhões e ônibus numa só viagem, que dura cerca de 30 minutos. Segundo o diretor executivo da SNPH, major Marcos Frota, a procura pelas balsas deve crescer significativamente nos próximos dias.

"Nos dias de semana, operamos com seis balsas. Já nos feriados, como a procura pode até triplicar, temos que contratar mais outras duas balsas."

Frota acrescenta ainda que diariamente 750 carros fazem as viagens entre às 4h30 e às 23h. Nos feriados, quando as balsas funcionam 24 horas por dia, esse número pode chegar a 6 mil carros. Pelas normas estabelecidas, cada carro paga R$ 30 para realizar as viagens de ida e volta. No caso das motos, o valor é de apenas R$ 10. Pedestres estão isentos da taxa.

O diretor executivo da SNPH garante que a segurança está sempre entre os quesitos avaliados. Ele afirma que durante os feriados o plano de segurança inclui a participação conjunta do trabalho da SNPH, Capitania dos Portos, Polícia Militar e Bombeiros nos dois portos e nas balsas. "Nosso carro-chefe é a segurança para todos", enfatiza.

Com o feriado, a Marinha informou por meio da assessoria de imprensa que "será mantida uma embarcação permanentemente na água e outras duas de sobreaviso, na área de Manaus, todas com equipes de quatro homens". A assessoria ressaltou que a fiscalização do tráfego aquaviário é realizado pela capitania durante 24 horas.

Ainda de acordo com a Marinha, em caso de necessidade, os militares que estiverem de folga podem ser convocados a retornar ao serviço imediatamente. As demais organizações subordinadas à Capitania Fluvial da Amazônia Ocidental (Delegacia Fluvial de Porto Velho e Agências Fluviais de Itacoatiara, Parintins, Guajará-Mirim, Eirunepé, Tefé e Boca do Acre) também manterão uma embarcação na água para qualquer eventualidade.

Apesar do controle e dos serviços de segurança que são feito no porto central de Manaus e no porto de São Raimundo, a cidade oferece ainda diversos outros pontos de partida para pequenas lanchas e até grandes barcos. Nesses lugares nem sempre há postos de fiscalização da Marinha.

Amanda Mota
Agência Brasil
 


 

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