Sexta-feira, 3 de agosto de 2007 - 11h42
Os trabalhadores em educação da rede estadual, que já decidiram paralisar as atividades a partir de segunda-feira, dia 06 de agosto, agora têm mais motivos para engrossar o movimento, pois alguns deputados estaduais, ligados ao governo do Estado, estão aprovando leis que retiram direitos da categoria. Para a direção do SINTERO, esta é mais uma forma de pressão e mais uma tentativa de intimidar o movimento, já que a CPI não deu certo. Os deputados que estão contra os trabalhadores em educação serão cobrados em suas bases, pois foram eleitos prometendo trabalhar pelo povo, e não para retirar direitos dos servidores.
Diante da disposição da categoria de entrar em greve a partir de segunda-feira, os deputados governistas atacaram novamente, desta vez alterando o Plano de Carreira do Magistério (Lei Complementar nº 250/2001), como forma de pressionar para que não haja paralisação. A lei aprovada quinta-feira, dia 02/08, suspende a gratificação de incentivo ao magistério dos professores que faltarem, na proporção de um mês de gratificação para cada dia de falta. A gratificação de incentivo ao magistério foi uma importante conquista da categoria através do SINTERO, e representa 33% do salário dos professores. A aprovação desta lei já está sendo usada por diretores de escolas para ameaçar trabalhadores em educação dispostos a aderirem à greve.
A atuação dos deputados, legislando contra os trabalhadores, causou revolta na educação, que já vem sendo duramente perseguida pelo governo do Estado. Entre outros atos que caracterizam a perseguição, está o aumento de salário de até 116% concedido pelo governo aos diretores de escolas e ocupantes de cargos comissionados na educação, enquanto os demais trabalhadores lutam desde o início do ano por reposição de perdas salariais. O governo vem se negando a negociar, pois alega que os cofres públicos não suportam qualquer reajuste.
Também em contradição aos argumentos do governo, os deputados estaduais tiveram aumento de 28% e os secretários de Estado engordaram os seus salários com aumento de 73%. Nesse mesmo período a arrecadação do Estado cresceu mais de 126% e a folha de pagamento passou a comprometer 38% das receitas, com larga margem para reajuste de salários em relação ao limite de 49% estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal.
Fonte: Adércio Dias
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