Quarta-feira, 24 de março de 2010 - 17h13
Já está em pleno funcionamento a Agroindústria de Beneficiamento de Mandioca entregue pelo prefeito de Porto Velho, Roberto Sobrinho, à Associação dos Produtores Rurais, Extrativistas e Pescadores de Terra Caída (Aspreprotec). A entrada em operação da casa de farinha, como é popularmente conhecida, representa o início da consolidação de um novo modelo produtivo local para a população do distrito localizado na região do Baixo Madeira. A capacidade total de produção da casa de farinha é de 20 sacas por dia (aproximadamente uma tonelada), ou 7,3 mil sacas por ano.
A Secretária Municipal de Agricultura e Abastecimento, Josélia Maria Saraiva Moreira, informou que a agroindústria beneficiará 72 famílias da região (aproximadamente 360 pessoas) e a estrutura para receber os equipamentos doados pela prefeitura foi construída pelos próprios agricultores. Os recursos financeiros para a aquisição de todo o maquinário vieram de uma emenda parlamentar de autoria da senadora Fátima Cleide (PT/RO)
A casa de farinha está equipada com um classificador de farinha com duas peneiras de aço, duas máquinas de torrar farinha, duas máquinas de descascar e lavar mandioca, um esfarelador de massa completo, dois cevadores de mandioca, uma máquina de empacotar com capacidade para 100 Kg/dia, uma máquina seladora de pedal, duas prensas industriais com macaco e cinco caixas d’água de mil litros cada, para lavagem das raízes de mandioca.
Na solenidade de inauguração da agroindústria, o prefeito Roberto Sobrinho lembrou que as casas de farinha, local onde se beneficia a mandioca, têm, entre outras vantagens, garantir emprego e renda aos produtores, familiares e demais agentes envolvidos, movimentando a economia das localidades onde estão inseridas.
“A procura por alternativas que gerem trabalho e renda e que garantam a sustentabilidade seria um modo de amenizar a pobreza e primar pela dignidade humana. É essa contribuição que a agroindústria oferece às regiões brasileiras. Ter uma renda, um emprego é indispensável para garantir a sobrevivência e determinante para preservar a cidadania”, disse.
A atividade, além de ser utilizada para a subsistência, apresenta-se como uma opção promissora de agronegócio, pois a mandioca beneficiada pode gerar vários produtos de alto valor agregado tanto para a utilização humana quanto para alimentação animal.
Para ele, entender e avaliar os impactos da pequena agroindústria para a inclusão social é de grande relevância para que o governo possa refletir sobre os caminhos a serem seguidos em busca do desenvolvimento, fornecendo uma estrutura com condições de vida adequada à sua população.
Fonte: Joel Elias
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