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Acir lidera expedição do Senado pela BR-319


A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado Federal, com a participação de representantes do Ministério dos Transportes (Dnit), do Ministério do Meio Ambiente (Ibama e ICMBio), e com o apoio do Exército Brasileiro e dos governos do AAcir lidera expedição do Senado pela BR-319 - Gente de Opiniãomazonas e de Rondônia, além de representantes da agricultura, da indústria e do comércio dos dois Estados, fará uma diligência na BR-319, que liga Porto Velho (RO) a Manaus (AM), entre os dias 24 e 27 deste mês. O requerimento para a realização da diligência – que na prática será uma espécie de expedição - é de autoria do senador Acir Gurgacz (PDT-RO.

A rodovia é a única ligação rodoviária dos Estados de Roraima e do Amazonas com Rondônia e com os demais estados do Brasil e está praticamente intransitável. A expedição será realizada em veículos 4x4 com o apoio do Exército Brasileiro. O objetivo da diligência é verificar as atuais condições da BR- 319, acompanhar a execução dos serviços de manutenção da rodovia, bem como os trabalhos para o estudo de impacto ambiental que irão subsidiar o licenciamento ambiental para reconstrução da rodovia.

A RODOVIA - A BR-319 foi construída no final da década de 1960 e inaugurada em 1973, pelo Exército Brasileiro, dentro do contexto de colonização da Amazônia e sua integração ao território nacional. Hoje, encontra-se praticamente intrafegável, já que está abandonada desde a década de 1990.

Um trecho de 204 quilômetros na saída de Manaus, no Amazonas, e outro de 208 quilômetros na saída de Porto Velho, em Rondônia, foram recuperados e pavimentados em 2010. A recuperação do trecho intermediário da BR-319, com a extensão de 405 quilômetros, no chamado 'meião da floresta', foi embargada pelo IBAMA em 2009, mesmo com o projeto de restauração possuindo o Estudo de Impacto Ambiental (EIA), executado pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM).

Desde então, muitos estudos de impacto ambiental já foram feitos e refeitos e o licenciamento ambiental da obra não foi emitido pelo Ibama. De acordo com o DNIT, mais R$ 78 milhões já gastos com estudos ambientais, criação de unidades de conservação e intervenções a fim de mitigar impactos ambientais no entorno da rodovia.

Fonte: Ascom

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