Terça-feira, 17 de maio de 2011 - 16h15
Cerca de 300 atendimentos e orientações foram feitos pela prefeitura de Porto Velho, através da Coordenadoria de Políticas Públicas para Mulheres (CMPPM), durante a Ação Global. O evento realizado pela TV Rondônia aconteceu no último domingo (15), na sede do Serviço Social da Indústria (SESI). Um dos serviços oferecidos pelo Município foi o cadastramento de mulheres para o programa de qualificação profissional e geração de renda.
De acordo com a assessora executiva da CMPPM, Nadege Moura, a equipe multiprofissional do Centro de Referência à Mulher Vítima de Violência prestou atendimentos e orientações nas áreas psicossocial e direito. Outra equipe explicou como funciona o programa de geração de emprego e renda e cadastrou mulheres para qualificação profissional. “Foi uma experiência muito rica de contato com um público diferenciado daquele que estamos acostumados. Também foi uma grande oportunidade para darmos visibilidade às políticas públicas da prefeitura direcionadas para as mulheres”, avaliou.
A receptividade ao trabalho desenvolvido pelo Município por meio da CMPPM também foi destacada por Nadege Moura. “Muitas pessoas não tinham conhecimento, procuravam se inteirar de tudo e elogiavam”, disse. Um dos serviços que mais chamou a atenção do público foi o funcionamento da Casa Abrigo, para onde são encaminhadas as mulheres vítimas de violência que não possuem familiares em Porto Velho. “Essas mulheres são encaminhadas pelo Centro de Referência, quando necessário”, comentou Nadege.
A coordenadora de políticas para mulheres, Mara Regina Araújo, elogiou a equipe que atuou durante a Ação Global e parabenizou a direção do SESI e da TV Rondônia pelo sucesso de mais um evento dessa natureza, cujo objetivo é proporcionar serviços gratuitos para a população carente nas mais diversas áreas. “É importante que as pessoas saibam que o Município tem política pública para as mulheres, que as mulheres têm vez na gestão do prefeito Roberto Sobrinho”, afirmou.
Centro de Referência
No Centro de Referência, as mulheres vítimas de violência recebem os primeiros atendimentos realizados principalmente por psicólogos e advogadas. Na sequência, são encaminhadas para outros setores, como a Casa Abrigo ou ainda para qualquer outro órgão que integra a Rede de Enfrentamento à Violência contra a Mulher.
Cursos
Conforme a assessora da CMPPM, a maioria das mulheres que se cadastrou para qualificação profissional prefere trabalhar nas áreas de corte e costura, produções artesanais, cabeleireira, informática e manicuro e pedicuro, dentre outros. Ao todo, cerca de 400 mulheres já se encontram cadastrada no programa da prefeitura para se qualificarem e ingressarem no mercado de trabalho. A previsão é de que os cursos sejam realizados a partir de julho.
Fonte: Augusto José
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