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Tanques para criação de peixes em Fortaleza de Abunã


A Prefeitura de Porto Velho já iniciou os estudos para a instalação de pelo menos 100 tanques para a criação de peixe em cativeiro em dois distritos da capital. São 50 tanques escavados em Nova Califórnia e 50 tanques de rede em Fortaleza do Abunã. A informação foi confirmada nesta quarta-feira pela Secretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento (Semagric) que já enviou técnicos aos dois distritos para iniciarem o levantamento de viabilidade do projeto de criação de tambaqui em cativeiro.

Em Nova Califórnia, região da Ponta do Abunã, a estimativa de produção é de 250 toneladas de peixe por ano (5 toneladas por tanque). Em Fortaleza do Abunã a produção deve chegar a 36 toneladas (600 quilos por tanque). Essa diferença, de acordo com Luis Cláudio Tamborim Júnior, da Coordenadoria Municipal de Aquicultura e Pesca, é que no tanque escavado o peixe ganha mais peso que no de rede.

O coordenador explicou que atualmente a aquicultura é considerada como uma importante opção para preencher a lacuna entre a captura pesqueira e a demanda por pescados, além de ser uma atividade empresarial com boa sustentação técnica. Por isso, o prefeito Roberto Sobrinho tem apostado nessa matriz econômica para a geração de emprego e renda em Porto Velho. “A aquicultura tem se destacado devido ao crescimento da demanda mundial de alimentos, entretanto, há necessidade de melhorar os níveis de competitividade, tecnologia e sustentabilidade da cadeia produtiva. O Brasil possui grande potencial de desenvolvimento para essa atividade com 13% das reservas de água doce do mundo e ainda a maior biodiversidade de peixes de água doce. Na região Norte, onde a atividade é menos desenvolvida, em 2010, a produção aquícola foi de 36.028,4 toneladas, baseada principalmente no cultivo de tambaquis em tanques escavados”, adiantou.

O objetivo do projeto, afirmou ele, é o de promover o desenvolvimento do setor pesqueiro e aquícola, agindo de forma sustentável na agricultura familiar e na segurança alimentar dos produtores, aumentando renda e gerando melhorias na qualidade de vida. No entanto, reconhece ele, para que o projeto se concretize há a necessidade de políticas públicas para que aja igualdade a todos e contribuição para garantir nossos objetivos.

“Essa é a principal meta do Plano Sustentável de Pesca e Aquicultura, elaborado pela prefeitura, que visa uma gestão participativa com o envolvimento dos usuários diretos dos recursos, isto é, os pescadores, nos processos de planejamento, implementação e monitoramento e avaliação de planos de manejo dos recursos pesqueiros”, frisou.

Fonte: Joel Elias
 

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