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Política - Nacional

Reforma agrária é importante para o combate à fome diz Cassel



Mais de 1 bilhão de pessoas, quase um sexto da população mundial, passam fome. Esta é a estimativa da Organização das Nações Unidas. Para diminuir esta estatística, o ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel defendeu, no programa Bom Dia Ministro desta quinta-feira, dia 26, a reforma agrária como um importante passo na
produção de alimentos e no combate à fome.

Cassel destacou que a agricultura familiar ocupa mais trabalhadores se comparada ao agronegócio, e que é 89% mais produtiva, gerando R$ 677 por hectare ao ano. Já a agricultura em grande escala gera R$ 378 por hectare ao ano.

“O governo Lula já assentou 520 mil famílias nesses 7 anos. Isto é 59% de tudo o que foi feito na história da reforma agrária, na história do país. Nós já destinamos para a reforma agrária 45 milhões de hectares de terra. Isso é 53% de tudo que foi destinado na história do Brasil e a gente tem que continuar, persistir, investir. Eu penso que agora a gente deve se preocupar inclusive menos com a quantidade de famílias assentadas e mais com a qualidade” .

O ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias, que também participou do Programa, destacou que mais de 80% da população brasileira vive nas cidades. Ele disse que, para que o país tenha mais conquistas na reforma agrária, é preciso avançar no que chamou de “reforma humana”.

“Claro que nós defendemos o direito de propriedade, o mercado desde
que devidamente normatizado pelo Estado, queremos empreendedores. Mas o direito de propriedade deve estar subordinado às exigências superiores do direito à vida, da dignidade humana, do bem comum.”

De acordo com a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação para eliminar a fome no mundo é preciso investir US$ 44 bilhões em infraestrutura e tecnologias para aumentar a produção agrícola. De acordo com a FAO, a produção mundial de alimentos precisa crescer 70% até 2050 para atender às futuras demandas da população.

Fonte: Jeanne Machado

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