Quinta-feira, 6 de janeiro de 2011 - 07h31
Christina Lemos, colunista do R7
A quarta-feira (5) foi de declarações desencontradas sobre a refrega entre PT e PMDB em torno de cargos do segundo escalão. Enquanto, em São Paulo, na missa de sétimo dia de Orestes Quércia, Michel Temer aplicava panos quentes na história de que seu partido pretende transformar a votação do salário mínimo em moeda de troca nas negociações, o líder do partido na Câmara, Henrique Alves, soltava nota sustentando que o partido quer mesmo discutir o valor.
Temer vai direto ao ponto: sustenta que o PMDB não votará contra o governo nem afrontará os cofres públicos. O líder dá voltas: alega que pretende, junto à equipe econômica “buscar números e razões para enfrentar este debate, que não pode ser emocionalizado nem demagógico”. Um de seus liderados, o deputado Eduardo Cunha, mantém o propósito de apresentar emenda propondo o valor de R$ 560 para o mínimo, acima do fixado pelo Planalto, de R$ 540.
O relacionamento na base do “morde e assopra” do PMDB com o governo vem causando desgaste para o vice, logo na sua estreia. É que as chances de Temer de controlar o partido residem justamente na expectativa de poder que seus pares depositam sobre ele. Na medida em que esta expectativa não se confirma, em que as demandas partidárias não são atendidas pela intervenção de Temer, seu poder se esvai, e o PMDB vira uma nau sem rumo, com cada um remando para um lado, e com o governo Dilma à bordo.
Não deu tempo de ensaiar antes, e agora não tem volta. Para o bem da nação, o jeito é fazer esta aliança dar certo. Quanto antes seus pares compreenderem isso e decidirem colaborar, melhor.
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