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Política - Nacional

PF vai pedir quebra de sigilo de bancos


Agência O Globo BRASÍLIA - Esta semana é decisiva para as investigações da compra do dossiê contra candidatos tucanos. Na tentativa de esclarecer o episódio, a Polícia Federal pedirá à Justiça Federal de Mato Grosso a quebra do sigilo telefônico do ex-chefe do serviço de inteligência do PT Jorge Lorenzetti; do diretor do Banco do Brasil, Expedito Afonso Veloso; e do ex-secretário de Trabalho Osvaldo Bargas, ex-assessor do presidente do PT, Ricardo Berzoini. Os três petistas, que trabalhavam no comitê da campanha pela reeleição do presidente Lula, são suspeitos de participação na operação e não convenceram os responsáveis pelas investigações com seus depoimentos na PF, em Brasília, na sexta-feira. De acordo com reportagem do jornal "O Globo", o delegado Diógenes Curado Filho pode pedir ainda a quebra do sigilo bancário dos três. Para esclarecer a origem do dinheiro, a PF também quer pedir à Justiça a quebra do sigilo de agências bancárias em que foi feito o saque do R$ 1,1 milhão apreendido com os petistas Gedimar Passos e Valdebran Padilha no hotel em que foram presos em São Paulo. Os investigadores esperam apenas que o Departamento de Inteligência da PF, em Brasília, termine a análise das informações para indicar de que agências o dinheiro pode ter saído. Os investigadores devem pedir ainda ajuda ao Banco Central e ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) - que acompanha toda movimentação bancária acima de R$ 100 mil - para fazer um rastreamento dos saques. A análise da PF é feita com base nas cintas que envolviam parte do dinheiro apreendido. Já foram identificadas notas que passaram pelo Bradesco, pelo Bank Boston e pelo Banco Safra. - Nós precisamos saber se isso é recurso proveniente de caixa de campanha, se isso é recurso proveniente do crime organizado, se isso é recurso proveniente de assalto aos cofres públicos ou se é proveniente de doação. Essa é a questão central. Esta é a questão que precisa ser esclarecida. E, para isso, o Banco Central e o Coaf são instituições extremamente importantes e decisivas - afirma o procurador da República do Mato Grosso, Mário Lúcio Avelar. A Justiça Federal de Mato Grosso aguarda parecer do Ministério Público Federal para decidir sobre o pedido de liberdade de Luiz Antonio Vedoin, um dos acusados de chefiar a máfia das ambulâncias. O procurador Mário Lúcio Avelar já adiantou que é contra o relaxamento da prisão.

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