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Política - Nacional

Mudanças no comando do tráfego aéreo são 'de rotina ', diz Waldir Pires


Adauri Antunes Barbosa e Evandro Eboli - Agência O Globo BRASÍLIA e SÃO PAULo - O ministro da Defesa, Waldir Pires, disse neste sábado, em São Paulo, que a decisão do comando da Aeronáutica de exonerar o brigadeiro Paulo Roberto Cardoso Vilarinho do comando do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea) e o major-brigadeiro Antonio dos Santos Pohlmann da vice-direção do órgão foi uma decisão interna "de rotina", que passou por ele e pela Presidência da República. - Foi uma decisão do comando, conduzida por mim, pela Presidência da República. O comando da Aeronáutica encaminhou para a decisão do governo. Isso é matéria de rotina dentro das competências naturais - disse. A exoneração do brigadeiro Vilarinho do Decea teria sido uma saída para melhorar a relação entre a Aeronáutica e os controladores de vôo. Ele é contra a ampliação do número de controladores civis e foi um dos oficiais que decidiram pelo aquartelamento dos controladores no início da crise nos aeroportos. De acordo com Waldir Pires, porém, o aquartelamento não teria influência na decisão da Aeronáutica. - Tenho a impressão de que não. Difícil tratar de aquartelamento. Tratava-se de uma medida de rotina da vida da Aeronáutica, dos assuntos de controle dentro da Aeronáutica - reafirmou. Para o lugar de Vilarinho assume interinamente o Decea o major-brigadeiro Paulo Hortênsio Albuquerque Silva, que até então era comandante do Terceiro Comando Aéreo Regional (Comar). O novo vice-diretor será o major-brigadeiro Ramon Borges Cardoso, ex-chefe de gabinete do comandante da Aeronáutica, brigadeiro Luiz Carlos Bueno. O ministro da Defesa disse ainda que a solução para o problema do pequeno número de controladores de vôo está sendo tratado pelo grupo de estudo que está sob sua coordenação, responsável pela apresentação de sugestões ao governo Waldir Pires voltou a afirmar que os casos de "quase-acidentes" relatados no espaço aéreo brasileiro fazem parte da "normalidade" de outros países e que isso não representa perigo nos céus do país. - Isso absolutamente não. A Aeronáutica fez, inclusive, uma documentação encaminhada à imprensa, que faz parte da normalidade. Nossos números inclusive nesses quase-acidentes são inferiores aos dos Estados Unidos. De modo que não é verdade. A interpretação é outra. Isso existe normalmente em qualquer país do mundo, uma preocupação no sentido de avaliar todo tráfego aéreo e tudo ser permanentemente examinado para reduzir sempre a possibilidade de acidente. Esses níveis de acontecimentos nossos são também dentro das normas e dos acontecimentos que se dão na Europa, nos Estados Unidos - disse. O ministro negou, mais uma vez, a existência dos "buracos negros" no espaço aéro brasileiro. - As informações que eu tenho é de que não existem. Eu não sou técnico, mas a Aeronáutica tem essas informações. Não há buracos negros. Se esses buracos existissem eu teria sido seguramente informado. Essa pelo menos é a minha expectativa.

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