Porto Velho (RO) quinta-feira, 28 de maio de 2020
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Política - Nacional

Estradas cheias na volta do feriadão de carnaval


Rui Pizarro - Agência O Globo RIO - A volta do feriadão de carnaval já começa a provocar reflexos nas principais estradas do país, na manhã desta quarta-feira. No Rio de Janeiro, o fluxo é intenso, mas não apresenta maiores problemas. Em São Paulo, as estradas têm movimento tranqüilo até agora. Em Minas Gerais, a movimentação é grande. No Paraná, quem volta do litoral também encontra as estradas cheias. Em vários estados do país, os motoristas decidiram adiar a volta às suas cidades de origem, após o feriadão de carnaval. A conclusão é da Polícia Rodoviária Federal e de concessionárias que administram algumas das principais rodovias nacionais. Nesta terça-feira, ao contrário do que era esperado, o trânsito foi intenso nas estradas, mas sem retenções ou maiores problemas. AEROPORTOS - Os principais aeroportos do país operam com tranqüilidade nesta quarta-feira. A expectativa era de que o fluxo de passageiros fosse maior. A Aeronáutica preparou um esquema especial para evitar transtornos. O número de controladores de vôos foi reforçado e equipamentos de reserva estão à disposição para o caso de alguma pane nos sistemas. ACIDENTES - Os acidentes de trânsito mataram, pelo menos, 99 pessoas nas estradas federais e estaduais brasileiras desde o início do carnaval, na sexta-feira passada. O estado com maior número de mortes nas rodovias é Minas Gerais, onde foram registradas 39 vítimas até agora. Em Santa Catarina, os acidentes causaram a morte de 22 pessoas. No Rio Grande do Sul, o número de mortes chega a 14. Um dos casos mais graves foi registrado ontem, em Santa Catarina, quando sete pessoas morreram em choque entre um Gol e um caminhão, na BR-101. A pior ocorrência foi em Minas Gerais, com treze mortos e 25 feridos. CUIDADOS - O inspetor André Luís Azevedo, da Polícia Rodoviária Federal, enfatizou que os motoristas devem obedecer às regras da boa condução, que incluem manter distância do veículo à frente e não trafegar pelo acostamento. - Identificamos que grande parte das retenções, na maioria das rodovias, é causada por motoristas imprudentes que ficam trafegando pelo acostamento e, quando se deparam com qualquer tipo de estrangulamento, obrigam os veículos que estão na faixa a diminuir a velocidade. Isso faz com que os reflexos da retenção se produzam por muitos quilômetros - informou.

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