Sexta-feira, 14 de janeiro de 2011 - 17h03
Paula Adamo Idoeta
Da BBC Brasil em São Paulo
“Sem dúvida, essas e futuras chuvas trazem risco às áreas (de encostas da região)”, diz Cláudio Amaral, geólogo do serviço geológico fluminense (Departamento de Recursos Minerais, DRM).
Amaral explica que o DRM está alimentando as prefeituras e Defesas Civis municipais com fotos aéreas das regiões sob maior risco, para que seja feita a remoção de seus habitantes.
Áreas onde já ocorreram deslizamentos também permanecem sob risco, adverte Amaral. Portanto, é perigoso que moradores dessas regiões voltem para recuperar pertences.
O Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC) diz que são previstas mais pancadas de chuvas na serra fluminense durante o final de semana. Segundo as previsões, elas devem ter menos intensidade do que as precipitações recentes, mas ainda oferecem riscos.
Em nota, a Defesa Civil estadual informou que "recebeu e encaminhou imediatamente, como de praxe, para órgãos municipais de Defesa Civil, prefeituras e bombeiros alerta informando sobre a possibilidade de chuvas durante o fim de semana na região serrana do Estado".
Prevenção
O superintendente Operacional de Defesa Civil, coronel Luis Guilherme Ferreira dos Santos, diz na nota que, caso se confirmem as chuvas previstas, "as pessoas que residem em áreas de risco – próximo de encostas, margens de rios ou áreas que historicamente costumam ser afetadas - devem, preventivamente, sair de suas residências e procurar local mais seguro para se abrigar".
O geólogo Marcelo Motta, professor da PUC-RJ que participou de um sobrevoo nas regiões serranas afetadas pelos deslizamentos, também concordou que os riscos naquela região permanecem.
Motta, que falou de Teresópolis à BBC Brasil, diz que recebeu ligações de amigos que se ofereceram a subir a serra para ajudar nos esforços de resgate, mas não recomenda que isso seja feito.
“Quanto menos gente chegando aqui, melhor. Há muitas áreas perigosas ainda. E quem estiver aqui e puder sair para áreas como o litoral e a capital, é recomendável.”
Na tarde desta sexta-feira, a tragédia na região serrana fluminense já havia deixado mais de 500 mortos nas cidades de Nova Friburgo, Teresópolis, Petrópolis, Sumidouro e São José do Vale do Rio Preto
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