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Política - Nacional

Elas ganham mais do que eles nas franquias


 
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À frente de lojas franqueadas, as mulheres conseguem faturar 35% a mais do que os homens, segundo estudo 

Simone Coelho - Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios

Stella Soares entrou na Fisk no seu primeiro emprego e hoje possui cinco filiais da rede de franquias de idiomas. Kamila Prado usou a experiência de 15 anos em grandes empresas para abrir seu próprio negócio e já parte para a terceira loja da Subway. No Yázigi, Juliana Motta passou por todas as funções como funcionária e atualmente conta com a sua própria unidade. As três empreendedoras estão entre as 62 mil brasileiras à frente de franquias, segundo pesquisa da Rizzo Franchise.

Os dados da pesquisa indicam também que as lojas lideradas por mulheres faturam cerca de 35% a mais do que as unidades chefiadas pelos homens. Entre as principais explicações para o sucesso das franqueadas aparecem adequação ao perfil das franquias e organização.

Ainda de acordo com a pesquisa, as mulheres representam 38% do total de empreendedores do Brasil e 42% dos franqueados do país. 

De secretária a dona de cinco unidades Fisk 

Aos 17 anos, Stella Soares entrou na Fisk como secretária. Trabalhou cinco anos no cargo e passou para a coordenação, onde ficou mais cinco anos. Depois de 10 anos de experiência, Stella achava que já era hora de ter o seu próprio negócio. A afinidade e o interesse pela escola de idiomas fizeram com que ela comprasse uma franquia da rede em 1991. Ela e o namorado venderam o carro que tinham por R$ 5 mil e investiram todo o dinheiro na loja, situada no Méier, no Rio de Janeiro. “Um ano após a abertura da escola já havíamos comprado um carro novo para colocar no lugar do que havia sido vendido”, diz a empreendedora.

“No começo, tínhamos uns 100 alunos e, fazendo o cálculo com os valores atuais, faturávamos mensalmente uma média de R$ 14.500”, afirma a empresária. Os resultados positivos conquistados em pouco tempo impulsionaram a compra de outra unidade da Fisk no mesmo bairro carioca. “É muito mais fácil obter sucesso com um produto que já tem nome e credibilidade no mercado”, diz Stella, justificando porque optou por abrir uma franquia.

Hoje, 18 anos após a abertura da primeira unidade franqueada, Stella tem cinco escolas Fisk e caminha para a sexta. “A área de educação é muito promissora, pois o mercado do ensino de idiomas cresce a cada dia. O que antes era considerado supérfluo, hoje é essencial para qualquer colocação no mercado de trabalho”, diz Stella. O segredo da sua gestão parece ser a proximidade com funcionários e alunos. “Atendo a cada um dos meus quatro mil alunos. Todas as salas de aula têm o meu e-mail direto e quando precisam falar comigo, eles mandam e-mail e eu ligo para esclarecer a dúvida”, conta a empreendedora.

 

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