Porto Velho (RO) sexta-feira, 22 de março de 2019
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Política - Nacional

Dossiê não esquenta a briga na TV


Plínio Teodoro - Agência O GloboSÃO PAULO - Nem mesmo a negociação por filiados do PT do dossiê envolvendo políticos tucanos na máfia dos sanguessugas esquentou o clima no programa eleitoral gratuito na TV, na tarde desta quinta-feira.A candidata do PSOL, Heloísa Helena, utilizou novos fatos relacionados à negociação do documento para atacar os oponentes e dizer que o "Brasil não precisa escolher entre o ruim e o pior". Em seu programa, a candidata afirmou que a "máfia" começou na gestão do presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e se estendeu ao governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT). No início do programa, o narrador diz que no "novo escândalo do PT, assessores diretos do presidente estão envolvidos na montagem de falsos dossiês contra os candidatos do PSDB".- O PSDB por sua vez, governou o governo antes de Lula e foi no governo de Fernando Henrique que as máfias, tipo sanguessugas, começaram a atuar. O Brasil não precisa escolher entre o ruim e o pior - continuou o narrador.Cristovam Buarque (PDT) não comentou os fatos relacionados ao dossiê, limitando-se a exibir manchetes de jornais sobre o caso, enquanto o narrador diz que "o Brasil está enojado com tanto escândalo".O candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, repetiu o programa da última terça-feira, em que fala sobre segurança pública e utiliza imagens do assessor especial da Presidência da República, Freud Godoy, envolvido nas negociações de compra de dossiê. Alckmin diz que é hora de "o Brasil dizer basta aos escândalos".Em seu programa, Lula utilizou dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), divulgada pelo IBGE na sexta-feira passada, para comentar pontos positivos de seu governo.

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