Domingo, 29 de agosto de 2010 - 17h57
Iolando Lourenço
Agência Brasil
Brasília - A ampliação da banda larga de 12,2 milhões para 40 milhões de brasileiros e a redução dos custos de acesso estão entre as propostas de governo para a área de inclusão digital da candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, caso seja eleita. Dilma disse hoje (29) que pretende levar a banda larga a todas as 27 capitais e a 4.283 municípios no período de 2011 a 2014. Segundo ela, isso será feito por meio da Telebras e usando as fibras óticas das empresas de eletricidade e os gasodutos da Petrobras.
“Vamos tornar disponível a rede básica de transmissão de dados, de voz e de imagens de grande extensão”, disse. Ela afirmou ainda que pretende ampliar a banda larga, de preferência, em parcerias com o setor privado. Dilma ressaltou que o preço da banda larga no Brasil é alto, sendo 2,5 vezes o valor cobrado, por exemplo, pelo México. “Além disso, ela é lenta. Nós vamos oferecer entre R$ 15 e R$ 35 o mínimo de 512 quilobyte (kb) por segundo”.
Dilma Rousseff disse também que o acesso à banda larga está concentrada nas famílias de classe médias, médias altas e altas. Ela informou que na ampliação do sistema devem ser gastos até 2014 cerca de R$ 3 bilhões. “Nosso objetivo é que o governo seja também impulsionador da concorrência, que leve a preços menores [da banda larga] no Brasil”.
Em relação às especulações sobre nomes a ocupar cargos em um futuro governo da petista, caso eleita, Dilma Rousseff afirmou que essa discussão não cabe neste momento. “Qualquer discussão de nomes, da minha parte e da minha equipe de campanha, é factoide. Eu desautorizo todas as especulações sobre quem quer que seja. Porque nós não achamos isso politicamente correto, eticamente correto, e é colocar o carro na frente dos bois”, afirmou.
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