Porto Velho (RO) domingo, 22 de setembro de 2019
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Cunha poderá ser denunciado novamente em função de parecer do BC


Cunha poderá ser denunciado novamente em função de parecer do BC - Gente de Opinião

247 - O parecer do Banco Central (BC) atestando que o presidente da Câmara, deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e sua mulher, a jornalista Claudia Cruz, não declararam possuir contas no exterior durante 14 anos deverá ser utilizado pela Procuradoria-Geral da República para encorpar uma segunda denúncia contra o deputado junto Supremo Tribunal Federal (STF).

O levantamento do BC apontando a existência do crime de evasão de divisas e fortalece o material encaminhado pelo Ministério Público da Suíça que resultou na abertura de um segundo inquérito contra o parlamentar, a esposa e a filha em razão da movimentação financeira.

Com base na documentação analisada, os procuradores da Operação Lava Jato acreditam que já existem elementos suficientes para denunciar Cunha pelos crimes de lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

Além disso, o processo administrativo aberto pelo BC também poderá ser utilizado no pedido de afastamento de Cunha da Presidência da Câmara e na cassação do mandato do parlamentar.

Uma nova denúncia, porém, só deverá ser apresentada quando todos os elementos sobre o caso tiverem sido analisados pelos procuradores.

Cunha poderá ser denunciado novamente em função de parecer do BC - Gente de OpiniãoCunha atua para que
seu vice comande Câmara

247 - Com a possibilidade iminente de ser afastado do comando da Câmara em fevereiro pelo Supremo Tribunal Federal, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), trabalha com a tese de que não será necessário convocar imediatamente uma nova eleição para definir seu sucessor no posto.

Em interpretação amparada pelo corpo técnico da Mesa Diretora da Câmara, o peemedebista avalia que, no caso de o plenário do STF decidir pela sua saída, não haveria vacância no cargo, já que ele se tornaria presidente afastado e poderia ainda recorrer da decisão.

Nesse caso, assumiria o posto até o final de 2016, o vice-presidente Waldir Maranhão (PP-MA), de quem é aliado, mas que também é investigado na Operação Lava Jato. 

A intenção de Cunha é a de que, mesmo afastado do cargo, ele tenha uma espécie de preposto à frente da Câmara e, assim, continue com influência sobre o processo legislativo.

A tese da não necessidade de convocação de uma eleição é também compartilhada pelos partidos de oposição ao governo Dilma. Na avaliação deles, um novo pleito teria de ser convocado apenas se Cunha renunciasse ou tivesse o mandato cassado.

Na tentativa de impedir que Maranhão fique à frente da Casa, partidos da base aliada e siglas independentes se articulam para pressionar o vice-presidente a renunciar à função caso Cunha seja afastado do cargo. Eles exigirão que Maranhão convoque, no prazo de cinco sessões legislativas, uma eleição para a sucessão no comando da Câmara.

Fonte: Portal 247
 

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