Porto Velho (RO) domingo, 19 de agosto de 2018
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Política - Nacional

Consórcio rebate denúncias do Movimento dos Atingidos por Barragens


Agência O GloboPORTO ALEGRE - O Consórcio Energético responsável pela Usina Hidrelétrica Foz do Chapecó, na divisa entre o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, já indenizou 57 das 67 propriedades adquiridas para o canteiro de obras e conseguiu, na Justiça, a reintegração de posse das 10 que foram declaradas de utilidade pública, porque não houve acordo com os proprietários.- O que está ocorrendo agora é que essas pessoas, que ainda não saíram das propriedades, estão sendo notificadas pelos oficiais de Justiça - disse o diretor superintendente do consórcio, Enio Schneider.Ao rebater as denúncias feitas na última semana pelo Movimento dos Atingidos por Barragens - MAB, sobre confrontos entre proprietários e policiais no local, Schneider garantiu que ninguém está sendo retirado à força do local. Segundo ele, no lado catarinense, o oficial de Justiça que está entregando as notificações no município de Águas de Chapecó "não está encontrando dificuldades". Mas no município gaúcho de Alpestre, "a oficial é uma mulher que, em alguns casos, não se sente à vontade para ir sozinha, por isso a presença da polícia", explicou o dirigente.Schneider destacou também que as famílias que permanecem ocupando as propriedades são aquelas que não chegaram a um acordo amigável com a empresa, mas já receberam a indenização correspondente por meio de depósito judicial. Segundo ele, esses casos são exceções, já que o consórcio alcançou um índice bastante alto de negociações amigáveis.- Obtivemos uma negociação amigável em 86% dos casos, um número bastante expressivo.O dirigente disse ainda que é natural que não haja entendimento com algumas famílias e, por isso, esses casos são encaminhados por via judicial.- Buscamos a desocupação negociável. Somente se este procedimento não surtir resultado, é que recorremos à via judicial, de forma legal e pacífica - ressaltou.

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