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Política - Nacional

Camponeses de Santa Elina ocupam Incra de Colorado


Corumbiara 05 de março de 2012 - No dia 1 de dezembro de 2011 o superintendente do Incra de Rondônia, Carlino Lima e o Ouvidor Agrário Nacional, Gercino José da Silva assumiram um compromisso se com as famílias acampadas na fazenda Santa Elina, que aqueles que já moravam na área e que preenchessem os requisitos do programa nacional de reforma agrária teriam prioridade e que em até 60 dias os camponeses seriam assentados nas terras.

As famílias concordaram em sair temporariamente da área para que fosse realizado os trabalhos de topografia pelo Incra. Neste período além de não cumprir outras promessas como o fornecimento de cestas básicas e de lonas para montagem de barracos, depois de quase 90 dias O Incra apresentou a lista das pessoas aprovadas e para surpresa de muitos, pessoas que nunca estiveram acampadas na fazenda Santa Elina tiveram seu cadastro aprovado.

Os camponeses da área Zé Bentão (Santa Elina) que desde 2008 desenvolveram a produção, construíram casas, escolas e estradas, ficaram revoltados com a notícia de que tinham sido cortados pelo Incra e decidiram ocupar o Incra de Colorado do Oeste para protestar e exigir o assentamento de todas as famílias.

Há casos de camponeses que há 3 anos trabalham na terra, passaram no dito “perfil da reforma agrária” mas ficaram na lista de espera e casos de camponeses que foram reprovados erroneamente pelo INCRA que alegou terem vinculo empregatício. Os camponeses foram ao INSS e Ministério do Trabalho e conseguiram comprovar que não tem vinculo empregatício nenhum.

Fica claro que os critérios usados pelo Incra visam privilegiar os interesses eleitoreiros de lideranças da Fetagro e PT e não o das famílias que estavam acampadas e produzindo nas terras.

Desta forma um conflito entre camponeses foi criado pelo INCRA e pela Ouvidoria Agrária Nacional ao desrespeitar o corte das terras realizado pelas famílias de Santa Elina em 2010. Muitas famílias não aceitam perder produção e benfeitorias e principalmente as terras.

Qualquer conflito entre as famílias será de inteira responsabilidade da Ouvidoria Agrária e Incra.

Fonte: Codevise - Comitê de Defesa das Vítimas de Santa Elina

 

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