Sábado, 1 de janeiro de 2011 - 10h28
A cerimônia de posse do governador eleito Beto Richa (PSDB) aconteceu às 10h da manhã deste sábado (1º), na Assembleia Legislativa do Paraná.
O governador eleito e seu vice, Flávio Arns (PSDB), foram recebidos por uma comissão de deputados na Casa. Aberta a sessão, Richa e Arns prestaram o compromisso constitucional e assinaram os termos de posse.
Ambos foram empossados por volta das 11h15. A transmissão de cargo do governador Orlando Pessuti (PMDB) para Richa vai acontecer no Palácio do Iguaçu. Após a cerimônia, o governador segue para Brasília, onde acontece a posse de Dilma Rousseff.
Desafios
O novo governador do Paraná começa com uma missão difícil: replanejar os gastos do Estado para poder investir sem ultrapassar os limites da LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal).
O relatório das contas do governo estadual revela que, em 2009, cerca de 45% do orçamento estadual estava comprometido com a folha de pagamento de servidores. Com o limite de gastos com pessoal limitado em 49% pela LRF, a próxima gestão precisará reformar a máquina pública do Estado, caso queira contratar ou criar novos órgãos administrativos.
Richa planeja mudar este quadro, adotando políticas para reduzir os gastos estruturais do governo. Em seu programa de governo, o tucano prometeu adotar uma política de austeridade fiscal, o corte de cargos comissionados no governo executivo e o respeito à lei anti-nepotismo.
Outra promessa do tucano é copiar o modelo administrativo que o ex-governador Aécio Neves (PSDB) aplicou em Minas Gerais nos últimos oito anos. Conhecido como “choque de gestão”, o modelo de governo inclui contratos que comprometem os dirigentes do Estado com um plano de metas estabelecido pelo governador. O cumprimento dessas metas é acompanhado periodicamente por uma comissão específica.
Richa afirma que enxugar a máquina e estabelecer planos de meta de redução de gastos nas secretarias e estatais são os principais meios de “ampliar a capacidade de investimentos do Estado”.
O tucano também pretende renegociar a dívida pública do Estado, que em 2009 comprometeu pouco mais de 10% do orçamento, entre amortização e juros. Com juros menores, o executivo poderá destinar mais verbas para investir nas melhorias do Estado
Fonte: Portal R7
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