Terça-feira, 4 de janeiro de 2011 - 08h35
Christina Lemos, colunista do R7
O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, executou de imediato a primeira missão para a qual foi nomeado: promover uma intervenção nos Correios. No lugar de peemedebistas e nomes ligados a Erenice Guerra – pivô de um dos maiores escândalos da campanha eleitoral – Bernardo instalou pessoas de sua estrita confiança. Para a presidência, escolheu um “gestor experiente”, segundo avalia: Wagner Pinheiro, que comandou o fundo de pensão da Petrobras, o Petros.
E a “limpeza” foi ampla: dos sete membros da diretoria da estatal, cinco foram trocados. Mas como a ordem é manter a rédea curta sobre os Correios, o próprio Bernardo integrará o conselho de administração da empresa.
Em novembro do ano passado, Bernardo concluiu um relatório-diagnóstico sobre a situação dos Correios e recomendou o fim do loteamento político das diretorias regionais, defendendo que os postos fossem ocupados por funcionários de carreira.
As mudanças certamente provocarão irritação no aliado mais importante de Dilma Rousseff, o PMDB, detentor dos cargos. O partido, no entanto, já estava avisado de que Bernardo assumiria com carta branca para intervir nos Correios.
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