Segunda-feira, 13 de outubro de 2008 - 06h34
Jogadores da seleção brasileira como Raí, Leonardo, Cafu, Jorginho e Ronaldinho Gaúcho já trouxeram ao Brasil importantes títulos mundiais, inclusive em Copas do Mundo. Mas não só no esporte eles mudaram a história: milhares de meninos e meninas recebem apoio desses jogadores e ex-jogadores em projetos sociais de cidadania e educação que mudam a perspectiva de futuro e trazem novas alternativas de sobrevivência longe da criminalidade.
O sonho de alguns atletas é, ao parar de jogar, abrir novos projetos para usar o futebol como ferramenta de inclusão social infantil. Um deles é o goleiro Júlio César, que durante a gravação feita pelo Conselho Nacional de Justiça na última quinta-feira, na Granja Comary, revelou sua intenção de assistir crianças carentes depois de deixar os gramados.
Júlio César gravou mensagens que serão transmitidas a partir deste domingo, 12 de outubro, data de lançamento do programa Nossas Crianças. A iniciativa do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) é voltada à proteção aos direitos da infância.
Comandado pelo Poder Judiciário brasileiro, Nossas Crianças levará juízes de todo o País a atuar, em parceria com a sociedade, no combate à prostituição infantil, ao seqüestro de crianças e ao envolvimento delas na criminalidade. Além disso, a campanha divulgará o Cadastro Nacional de Adoção (que abriu a possibilidade de uma lista unificada nacionalmente de candidatos a pais e crianças que esperam por uma família) e a necessidade do registro civil ser feito ainda nos primeiros dias de vida. A participação da CBF e dos jogadores será dar publicidade aos projetos e falar na mídia sobre a importância de proteger os direitos dos pequenos.
Heróis na sala de aula
Dentro da própria seleção brasileira atual é possível encontrar um desses jogadores que investem na infância: Jorginho, o assistente de Dunga, comanda um instituto de 930 crianças que há oito anos tem a missão de transformar pessoas de seis a 17 anos. É impressionante o poder do esporte social aquele direcionado à inclusão, não necessariamente de alto rendimento no aprendizado ." O segredo, segundo ele, é levar os heróis do futebol à sala de aula.
Na aula de Geografia, as crianças estudam Brasília e sua importância política como a cidade de onde o Lúcio e o Kaká nasceram. Também descobrem o poder econômico de São Paulo, o estado do jogador Robinho, e na matemática e na física, os conceitos de velocidade, aceleração e atrito são tirados de dentro do campo. E assim é feito em todas as disciplinas. Todos eles passam de ano na escola, comenta Jorginho.
Fonte: STF
Sindicato dos Servidores do Ministério Público de Rondônia tem nova diretoria.
Nesta quinta-feira, (07/09) o Sindicato dos Servidores do Ministério Público de Rondônia - (SINSEMPRO) realizou Eleições para a escolha da nova d
O presidente da Fecomércio-RO e Vice-Presidente da CNC, Raniery Araujo Coelho, se manifestou nesta quarta-feira 16.07 sobre a retomada das discussõe
O Governo Federal instituiu nesta terça-feira, 8 de abril, a Portaria Conjunta que institui o Plano Nacional de Igualdade Salarial e Laboral entre
STF tem maioria para determinar recálculo de cadeiras na Câmara dos Deputados
O Supremo Tribunal Federal (STF) formou nesta sexta-feira (25) maioria de votos para determinar que a Câmara dos Deputados faça a redistribuição do