Sexta-feira, 11 de março de 2011 - 08h09
Porto Velho, 11 de março de 2011 - Para enfrentar um competitivo mercado de trabalho os conhecimentos em informática e das ferramentas digitais disponíveis tornam-se indispensáveis para qualquer cidadão. A realidade não é diferente, mas certamente é mais difícil para aqueles que se encontram custodiados pelo Estado em unidades prisionais.
Em Rondônia, uma parceria entre o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Justiça (SEJUS), e o Ministério da Justiça, através do Departamento Penitenciário Nacional (Depen/MJ), vem solucionar essa questão com a implantação de Laboratórios para Inclusão Digital em presídios de Porto Velho. A solenidade de entrega dos novos espaços de aprendizagem ocorreu no início deste mês na maior unidade estadual, a Casa de Detenção Dr. José Mário Alves da Silva.
De acordo com a secretária de Justiça, Mirian Spreáfico, os laboratórios irão atender diretamente mais de 2 mil reeducandos da capital, considerando que, além da Casa de Detenção, outros laboratórios estão instalados nas penitenciárias Ênio Pinheiro dos Santos, Edvan Mariano Rosendo e Feminina. “Todos os internos que já fazem parte da educação formal nas unidades serão beneficiados pelos laboratórios, os quais também servirão como espaço interdisciplinar das matérias aplicadas em sala de aula”, explicou.
Spreáfico destacou ainda que a educação e as frentes de trabalho que visam a reinserção social no sistema prisional são prioridades na política traçada pelo governador Confúcio Moura. “Não basta trabalhar somente contra a superlotação e pela melhoria da infra-estrutura, são importantes, mas para resolver o problema temos que trabalhar também o caráter humano e psicossocial do preso”, completou a secretária.
De acordo com a gerente de projetos e convênios da SEJUS, Sirlene Bastos, o projeto também proporciona que o Estado faça parcerias, por exemplo com o sistema “s”, para a capacitação dos reeducandos utilizando os espaços. “Em nome de Simone Mota e Sandra Rozella Pires, queria agradecer o esforço de toda a equipe pela viabilização deste trabalho, de grande importância para a reinserção social dos apenados”, completou.
Cada laboratório é composto por 10 microcomputadores, acompanhados de nobreaks, mesas e cadeiras, além de vir contemplado com impressora laser, ar condicionado, quadro branco e armários.
Texto/Fotos: Daniela Roman Ross – Assessoria de Imprensa - SEJUS
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