Terça-feira, 19 de fevereiro de 2013 - 08h20
Criado há dois anos e chamado de Silk Road, o espaço que vende drogas na internet foi tema de reportagem da Folha nesta segunda-feira, 18. O serviço é alvo de investigação nos Estados Unidos, mas continua no ar porque está escondida na deep web, parte da rede que reúne sites cifrados que não podem ser encontrados por mecanismo de busca tradicionais, como o Google.

De acordo com a Folha, em texto de Alexandre Aragão, o mercado é extenso e o comércio não é só de drogas, mas também de remédios controlados, equipamentos de espionagem, joias falsas e pacotes com conteúdos pornográficos. O acesso a esta área é feito via "Tor", um navegador que garante anonimato. No total, ao menos R$ 2,4 milhões por mês são movimentados neste esquema.
Ao falar sobre o assunto, o jornal cita Nicolas Christin, da Universidade Carnegie Mellon (EUA), autor do primeiro estudo sobre o site. "O Silk Road concorre com o traficante da esquina, não com grandes cartéis", disse o estudioso ao diário paulistano.
A Folha tentou entrevistar o responsável pelo site, mas ele limitou-se a dizer que a política é de não falar com a imprensa. Na internet, poucas coisas sobre o Silk Road são encontradas e esse é exatamente o objetivo. "A ideia é manter o mistério: quanto menos atenção chamar, melhor", explica a reportagem.
O espaço mantém alguns brasileiros, mas, segundo o jornal, são poucos. "A Folha escreveu a cinco usuários brasileiros - um deles respondeu, pedindo anonimato. Diz ser um advogado paulistano de 26 anos. 'Não acesso mais de uma vez por semana', afirma o usuário, registrado no site desde 2011 e comprador de remédios controlados", afirma o texto do jornal.
Há alguns meses, o portal Olhar Digital discutiu o assunto e na matéria é possível entender o que é este espaço, como chegar até ele e como funciona a rede. É possível acessar o texto completo neste link.
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