Quinta-feira, 20 de março de 2008 - 20h54
Vladimir Platonow
Agência Brasil
Tabatinga (AM) - A notícia de que o uso de cocaína está espalhado pelas aldeias indígenas do Alto Solimões (AM) surpreendeu o delegado da Polícia Federal de Tabatinga (AM), Giovani Vicente Fontes Lopes.
Ao tomar conhecimento das informações divulgadas pelo cacique da aldeia Umairaçu 2, Manoel Nery Tikuna, e confirmada pelo representante da Fundação Nacional do Índio (Funai), Davi Cecílio, o delegado federal determinou hoje (20) uma investigação nas aldeias da região.
Esse é um fato novo, que vai ser investigado a fundo, pois é uma informação gravíssima, de consumo e venda de substância entorpecente em comunidades indígenas.
Ele adiantou que serão determinadas operações e diligências para confirmar as informações, investigar e prender quem estiver traficando para os indígenas nas aldeias.O delegado geral de Polícia Civil do Amazonas, Vinícius Diniz, apresentou o resultado de uma série de ações desencadeadas nos últimos dias para reprimir quadrilhas de traficantes que agem na região do Alto Solimões, principalmente em Tabatinga.
Segundo ele, a operação deflagrada nos municípios de Benjamin Constant e Tabatinga foi o desdobramento da ação que levou à descoberta de plantações de coca, na semana passada, junto ao rio Javari.
Na operação, foram apreendidas 10 armas, drogas, dinheiro, cinco computadores e livros-caixa com a movimentação do tráfico.
Para Diniz, o mais importante são as informações levantadas, como as vendas de grandes quantidades de cocaína, em lotes que chegavam a 250 quilogramas da droga.
O nosso principal objetivo era o plantio e o laboratório onde era processada a droga. Mas mais importante foram os documentos apreendidos, pois consegue-se desenvolver um trabalho muito maior em cima dos narcotraficantes.
Segundo o delegado, o tráfico na região da tríplice fronteira está passando por um processo de concentração e organização de forças com grupos maiores liquidando quadrilhas mais fracas.
Atualmente, a maior preocupação das forças de segurança, de acordo com o delegado da Polícia Civil, é a fronteira com o Peru, que é de acesso mais difícil e com menor efetivo de policiamento.
Na fronteira com Letícia, na Colômbia, existe uma fiscalização muito grande. Hoje a calha do rio Javari [entre Brasil e Peru] é um dos grandes problemas, disse Diniz.
Terça-feira, 13 de janeiro de 2026 | Porto Velho (RO)
FICCO/RO desarticula grupo criminoso infiltrado em agência da Caixa Econômica Federal
A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Rondônia (FICCO/RO) deflagrou, nesta quarta-feira (7/1), a Operação Iscariotes, destinada ao cum

Mais de trezentos quilos de entorpecentes são apreendidos em Rondônia pela PRF e Polícia Militar
A Polícia Rodoviária Federal em Rondônia, no último domingo (21), após análise de risco, realizou patrulhamento ostensivo na BR 421, com intuito de

PRF em Rondônia, juntamente com a Polícia Civil e Polícia Militar, apreende mais de 130 kg de droga
A Polícia Rodoviária Federal (PRF), nesta quinta-feira (04), em conjunto com as Polícias Civil e Militar de Rondônia, apreendeu 132,5 kg de maconha n

PRF em Rondônia apreende mais de 500 quilos de entorpecentes em caminhão
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Rondônia, nesta manhã (05), realizou uma grande apreensão de drogas, na BR-364, km 1, em Vilhena. Após dar ord
Terça-feira, 13 de janeiro de 2026 | Porto Velho (RO)