Porto Velho (RO) quinta-feira, 26 de novembro de 2020
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MPF/RO denuncia 16 pessoas por associação para tráfico



O Ministério Público Federal em Ji-Paraná, por meio do procurador da República Bruno Galvão Paiva, denunciou 16 pessoas por formação de quadrilha para o tráfico e comércio de armas de fogos e associação para o tráfico internacional de cocaína. As drogas e as armas eram adquiridas na Bolívia e revendidas no Brasil, principalmente no Rio de Janeiro e em Goiás.

A denúncia foi oferecida com base em interceptações telefônicas feitas entre 20 de janeiro e 27 de dezembro de 2010. Após serem detidos, os réus também confessaram a comercialização de pelo menos cem fuzis das mais variadas espécies e relataram a estrutura e atuação da organização no tráfico de drogas. Durante as investigações, foram apreendidos quase trezentos quilos de pasta base de cocaína, uma pistola calibre 9 mm com 56 munições, cinco fuzis 7,62 mm e dois fuzis 30M-1.

O MPF/RO pediu à Justiça Federal a condenação dos réus por associação para o tráfico transnacional e interestadual de drogas ilícitas (com prisão de três a dez anos e pagamento de 700 a 1200 dias-multa) e por formação de quadrilha (com prisão de um a três anos).

Réus

Em Rondônia encontra-se detida a maioria da organização criminosa: Roque Cardoso de Oliveira (no presídio federal de Porto Velho); Hermeson de Barros Vassalo e Cecílio Batista Brunel (presídio Pandinha, em Porto Velho); Adão Cardoso de Oliveira, Wmarley Guimarães Peres, Edivan Oliveira Gomes, Vanderlei de Souza e Evandro Oliveira Pereira (Presídio Central de Ji-Paraná); Dualcei Severo (presídio de Pimenta Bueno) e Alaércio Paulo de Oliveira (Casa de Detenção, em Vilhena).

Dois dos integrantes da quadrilha estão no Sistema Prisional de Juiz de Fora, em Minas Gerais - Gilcinei Rocha da Silva e Roberto Carlos Costa. Um dos homem da quadrilha está detido nas dependências da Polícia Federal no Rio de Janeiro (Mário Aparecido de Lima) e outro encontra-se na cadeia pública de Senador Canedo, em Goiás (Valdinei de Souza).

Duas mulheres também atuavam na organização. Ana Paula de Sena, esposa de Evandro Oliveira Pereira, era responsável por movimentar altos valores em sua conta corrente para viabilizar o comércio ilegal e também repassava informações aos demais integrantes da organização criminosa. Já Rejane Ribeiro Cavalcante repassava as ordens do chefe da quadrilha, Roque Cardoso, e adquiria telefones celulares para que as conversas do grupo permanecessem desconhecidas.

Fonte: Claudinéa Guatura / MPF

 

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