Quarta-feira, 23 de junho de 2010 - 15h19
Fiscais da Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado de Rondônia (Idaron), apreenderam uma carga de couro bovino que vinha de Manaus, no Amazonas, e seguia com destino à Várzea Grande, no Mato Grosso, que utilizava guia de Certificação de Inspeção Sanitária (CIS) para trânsito interestadual falsificada.
O veículo Scania de placas LZB – 9701 de Caxias do Sul, Santa Catarina, transportava cerca de mil couros e, ao passar no posto fixo do Idaron do Distrito de Calama, no dia 17 deste mês, os fiscais checaram a documentação da referida carga desconfiaram que a guia de Certificação de Inspeção Sanitária (CIS), nº 585798, para trânsito interestadual de produtos de origem animal fazia parte de um bloco que havia sido extraviado em agosto do ano passado, do Ministério da Agricultura do Abastecimento e da Reforma Agrária e Secretaria de Administração Geral. O veículo foi liberado para prosseguir viagem enquanto os fiscais trabalhavam para confirmar as suspeitas, assim que tiveram a confirmação eles ligaram para os fiscais do posto da estrada do Belmonte, que efetuaram a apreensão do veículo juntamente com a carga.
A operação foi coordenada pelo fiscal Everton Queiroz de Medeiros, que confirmou que a carga saiu da empresa, José Carlos Lacerda “Lacerda Couros”, em Manaus, e seguia para a Rodricouros Indústria de Couro Ltda, em Várzea Grande. No documento de Certificação de Inspeção Sanitária que supostamente teve os dados preenchidos de forma fraudulenta, estavam discriminadas algumas informações no sentido de enganar a fiscalização, como por exemplo, um suposto laudo emitido por um médico veterinário onde diz que o produto foi inspecionado e tratado com sal contendo 2% de carbonato de sódio por um período de 28 dias e afirmando que o rebanho foi vacinado contra febre aftosa, mas os laudos não acompanhavam a guia.
Segundo a médica veterinária da Idaron, Margarete Garbelini Aprígio, esse tipo de procedimento é uma forma de tentar burlar a fiscalização sanitária do Estado de Rondônia. “Produto ou subproduto de origem animal sem origem coloca em risco a sanidade animal no Estado de Rondônia e com ela diversos problemas de saúde e econômicos pode vir a ocorrer. Por isso a importância do trabalho rigoroso que vem sendo feito nos postos fixos do Idaron”, afirmou Margarete Gabelini.
A empresa José Carlos Lacerda “Lacerda Couros” e o condutor do veículo foram autuados em cerca de R$ 300 mil por desrespeitarem a legislação sanitária do estado. A carga foi destruída.
Fonte: Decom
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