Sábado, 8 de janeiro de 2011 - 08h52
O aumento do número de mototaxistas clandestinos nas ruas da cidade levou a prefeitura de Porto Velho, em conjunto com a Polícia Militar, a intensificar a fiscalização em cima dos chamados mototaxistas piratas. Os detalhes finais da operação conjunta foram acertados em uma reunião nesta sexta-feira, 07, ocorrida no Comando da PM. Participaram da reunião o secretário Itamar Ferreira e o coordenador municipal de Trânsito, Rogério Viana, pela secretaria municipal de Transportes e Trânsito (Semtran), o coronel Faller e a capitão Vilma, da Companhia Independente de Polícia de Trânsito, pela Polícia Militar, e representando a categoria, os mototaxistas Edvane Almeida, presidente da Cootran; Lúcio Miranda, diretor do Sindmotos; João Henrique, presidente da Sindmotos e Marco Antônio Silva, presidente da Coobrasil.
Na reunião ficou acertado que os agentes de trânsito da Semtran, os soldados da Companhia Independente de Polícia de Trânsito e do Primeiro e Quinto Batalhão da PM passarão a fazer blitz em locais e horários indeterminados para flagrar os motociclistas que estiverem exercendo a profissão sem estar devidamente autorizado pelo município. A fiscalização também será estendida aos táxis clonados e clandestinos.
“Não vamos dá trégua. E quem for pego em flagrante delito, será encaminhado à delegacia onde será lavrada a ocorrência. O infrator processado por exercício ilegal da profissão, terá a moto apreendida e ainda pagará a multa”, disse o secretário. A multa é de R$ 1.400.
Outros crimes
Durante o encontro, os mototaxistas alertaram a Polícia Militar, que além do exercício ilegal da profissão, muitos deles piratas atuam também no tráfico de drogas e estimulam a prostituição infantil, fazendo o transporte de menores para encontro com os aliciadores.
“Essa é outra grande preocupação, porque sabemos que atrás desse serviço ilegal, vem acompanhado de outros tipos de crime. E retirar das ruas os mototaxistas piratas terá um reflexo positivo para toda a sociedade”, disse Marco Antônio Silva.
As entidades que defendem a categoria também se comprometeram em realizar campanhas educativas para orientar a população dos riscos que está exposto, quem utilizar o serviço clandestino de mototaxi. A idéia é divulgar informes publicitários na televisão e distribuir panfletos à população.
De acordo com a categoria, a maioria dos mototaxistas que hoje estão nas ruas são novos. Não são os antigos que existiam antes da regularização da profissão pelo prefeito Roberto Sobrinho, no ano passado. Muitos deles não têm habilitação, outros são menores e há até casos mais extremos, como foragidos da Justiça trabalhando como mototaxistas. “Temos certeza que esse trabalho conjunto com a Polícia Militar vai trazer um benefício muito grande para a sociedade. E não só apenas nessa questão dos mototaxistas. Mas também queremos alertar os taxistas. Quem ainda não regularizou sua situação, providencie logo sob pena de ter o veículo recolhido se for pego na blitz”, orientou o secretario Itamar Ferreira.
Fonte: Joel Elias
Foto: Medeiros
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