Sexta-feira, 14 de maio de 2010 - 21h25
Duas horas e meia depois de entrar na sala secreta, o juiz Aldemir de Oliveira reiniciou a sessão para ler a sentença da 3ª Sessão de Julgamento do Caso Urso Branco. Os réus Samuel Cavalcante Carvalho, Roberson dos Santos Carmo (Japão) e Marco Antônio Morais da Fonseca (Godói), foram condenados a 432 anos de prisão, penas idênticas às dos réus dos julgamentos anteriores que tiveram a autoria do crime reconhecida pelo conselho de sentença.
Na votação também foi perguntado aos jurados se foi empregado meio cruel nas mortes das 27 vítimas, no dia 1º de janeiro de 2002, casa de Detenção José Mario Alves da Silva, o Urso Branco. O quesito sobre a qualificadora descrita na decisão de pronúncia foi acatado, por isso a pena inicial, que era de 15 anos, foi aumentada para 16, que é multiplicada pelo número de vítimas.
Com exceção de Cirço Santana da Silva, o Cirção, absolvido no último dia 12 , todos os réus julgados até agora no Caso Urso Branco, foram condenados. Os dois primeiros acusados, Michel Alves de Chagas, o Chimalé e Anselmo Garcia de Almeida, o Fininho, foram condenados a 486 e 445 anos respectivamente. A pena maior que os demais se deve ao fato de serem apontados nos depoimentos como os líderes da "matança".
A defesa, mais uma vez, declarou que vai recorrer e pedir a anulação do julgamento, pois entende que as provas não são satisfatórias para a condenação dos réus. Já os promotores elogiaram os jurados por manter nas decisões uma coerência aos anseios sociais.
Fonte: Ascom TJRO
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