Segunda-feira, 10 de maio de 2010 - 14h39
Teve início por volta das 13h30 desta segunda-feira, 10, o interrogatório de mais três réus acusados pelas 27 mortes ocorridas no presídio José Mário Alves, o Urso Branco, em janeiro de 2002, na cidade de Porto Velho.
O primeiro a ser interrogado pelo Juiz Aldemir de Oliveira é Assis Santana da Frota. Ele negou que tenha participado das mortes e atribuiu as acusações a rixas de rua, antes até de completar 18 anos.
Sentado de frente para o Juiz, o réu disse que não estava no mesmo pavilhão em que aconteceram os assassinatos. Assis negou inclusive que tenha participado da tentativa de fuga que antecedeu a chacina no presídio.
Defendido por defensores públicos, o réu está condenado a 14 anos de prisão, por roubos, furtos, extorsão e ameaça. Ele já cumpriu mais 10 anos de prisão, mas por conta das inúmeras fugas, desde que foi preso pela última vez, em novembro do ano passado, permanece preso no presídio Urso Panda, na capital.
A sentença deste julgamento só deve ser conhecida na terça-feira. O interrogatório deve durar a tarde inteira desta segunda. Amanhã, o debate entre Promotores Públicos (acusação) e defensores deve encerrar a sessão, para que haja então a votação dos sete jurados que formam o Conselho de Sentença.
Além de Assis, Cirço Santana da Silva (Cirção) e Alexandre Farias (Carioca) também estão no banco dos réus e devem ser interrogados. Os dois primeiros réus julgados, na semana passada, foram condenados a 486 e 445 anos de prisão. Todos os 16 acusados pelas mortes que vão a júri popular durante o mês de maio deste ano eram detentos na época das mortes. Ex-diretores do presídio também foram denunciados e, como recorreram, aguardam o julgamento de recursos pelo Tribunal de Justiça.
Fonte: Ascom TJRO
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