Porto Velho (RO) terça-feira, 24 de novembro de 2020
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Assembléia geral deve decidir impasse na Astir


 
Depois da polêmica envolvendo a legitimidade da eleição para presidente da Associação Tiradentes de Policiais Militares e Bombeiros Militares do Estado de Rondônia – ASTIR, agora é o Conselho Administrativo que busca levar esclarecimentos aos sócios e a comunidade em geral.

Uma assembléia geral extraordinária está marcada para o dia 21 deste mês, no Centro Recreativo e Assistencial dos Policiais e Bombeiros Militares de Ji-Paraná – CRAPOMJI, na avenida Brasil, 4240, bairro Nova Brasília, onde serão discutidos a computação dos votos das urnas de lona do pleito eleitoral, realizado no dia 30 de novembro de 2009, além da análise e deliberação acerca da legalidade da inscrição e eleição do Conselho Fiscal e a divulgação e discussão sobre o teor dos requerimentos dos inúmeros associados, solicitando providências.

De acordo com o presidente do Conselho, PM Ronaldo José Gonçalves Araújo, o principal objetivo da reunião é atender ao número expressivo de associados, que questionam sobre o impasse na eleição para presidente da ASTIR, realizada no dia 30 de novembro de 2009, quando a chapa 45, encabeçada pelo PM Cleiton Gomes, foi declarada vencedora pela contagem real dos votos, mas foi prejudicada e ainda não pôde tomar posse.

“Nós somos imparciais, por isso precisamos esclarecer aos sócios o que realmente está acontecendo na Astir. Durante a reunião, atendendo aos inúmeros requerimentos formais dos associados, vamos discutir e deliberar sobre os problemas, adotando as providências cabíveis”, explica Ronaldo, confiante no fim desse impasse, que prejudica a boa administração da entidade, além de manchar o bom nome da Policia Militar de Rondônia.

A escolha do novo presidente ocorreu no dia 30 de novembro, com apoio do Tribunal Regional Eleitoral, mas a Comissão Eleitoral decidiu por empossar os membros da chapa 10, encabeçada pelo sargento Aildo da Cruz, provando assim que não houve transparência nem responsabilidade com um ato que deveria ser levado mais a sério e com respeito a classe”, lamenta Ronaldo.

A Chapa 45 entrou na Justiça para fazer valer a vontade da maioria dos associados que votaram em seu favor. “Lamentamos por este episódio que só vem a denegrir ainda mais a imagem e credibilidade da instituição. Fizemos uma campanha limpa e honesta. Os votos dizem isso. Contudo, infelizmente fomos vítimas de uma manobra suja e abusiva da Comissão Eleitoral que usou de medidas irregulares para garantir a vitória da Chapa 10”, declarou o PM Cleiton. 

Fonte:  Marlene Mattos

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