Quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008 - 18h42
O acusado pela morte de uma criança de apenas sete meses, Miguel do Livramento Machado , irá a julgamento nesta sexta-feira (22), a partir das 8h30, no Fórum Criminal. Em setembro do ano passado, o Ministério Público do Estado de Rondônia ofereceu denúncia na 1ª Vara do Tribunal do Júri contra Cristiane Alves de Araújo, 21 anos, que foi impronunciada pelo juiz, e Miguel do Livramento Machado Júnior, 18. Acusados de envolvimento em uma briga de "gangue" na Zona Leste de Porto Velho, Miguel e os adolescentes infratores J. N. de A., D. R. C. e J. R. O., utilizando-se de armas de fogo, efetuaram vários disparos contra integrantes da "gangue da Raimundo Cantuária", atingindo a vítima Matheus Carvalho Garcia, de 7 meses de idade, que estava no colo de Sâmila Gomes Passos, de 11 anos.
Segundo o Promotor de Justiça Hildon de Lima Chaves, que atuará nesta sexta-feira na Promotoria do Júri, os denunciados Miguel e Cristiane, juntamente com terceiras pessoas, fazem parte da “gangue da Amazonas” e, por vingança, haviam planejado matar Armênio Diniz Pereira Filho, Joelson de Souza Aguiar e Jeferson Ribeiro Losila da Silva, integrantes da gangue da “Raimundo Cantuária”. O motivo do crime aconteceu em razão de rixas anteriores existentes entre as gangues rivais, que aterrorizam o Bairro Jardim Santana. O fato aconteceu no dia 27 de agosto, por volta das 21h45.
A denunciada Cristiane, no dia dos fatos, ficou encarregada de passar informações aos seus comparsas acerca do exato local onde estaria a “gangue da Raimundo Cantuária”. Seguindo as informações prestadas por Cristiane, Miguel, juntamente com os adolescentes infratores, efetuaram diversos disparos de arma de fogo na direção de Armênio, Joelson e Jeferson e, por erro na execução, atingiram a vítima Matheus, que estava no colo de Sâmila, na calçada, próximo ao local dos fatos.
“O crime foi praticado por motivo torpe, consistente na vingança, em razão de rivalidade existente entre gangues, o que causa depravação moral”, diz na denúncia o Promotor Hildon de Lima Chaves, que requereu que os réus sejam citados para interrogatório e para se verem processados até final julgamento, com a consequente condenação pelo Tribunal do Júri.
O Promotor de Justiça requereu ainda , à época, a extração de cópia integral dos autos e remessa à Secretaria Estadual de Segurança Pública de Rondônia, para conhecimento e providências acerca da existência e atuação das gangues no Bairro Jardim Santana, que aterrorizam a localidade, impondo inclusive o toque de recolher após determinado horário
Fonte: Ascom MPRO
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