Porto Velho (RO) domingo, 17 de novembro de 2019
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Eleições 2018

VEM AÍ BOLSONARO, O PRESIDENTE DO NOVO BRASIL - Por Artur Santana


VEM AÍ BOLSONARO, O PRESIDENTE DO NOVO BRASIL - Por Artur Santana - Gente de Opinião

Muita gente questiona agressivamente as ideias do maior fenômeno da atualidade na campanha eleitoral para a presidência do Brasil, o deputado federal Jair Bolsonaro.

Antes de mais nada é justo que se diga que a maioria dessas pessoas não tem moral para fazer as críticas que faz. Defendem governos corruptos, ideologias falidas e  fascistas que, em favor dos que exercem o poder, esmagam a dignidade, os direitos e a integridade física de povos mundo afora, como é o caso da Venezuela, bem  pertinho da gente, onde um tal Maduro, que já nasceu podre, como seu antecessor, em proveito próprio destina à desgraça milhares de pessoas. No âmbito nacional, esses mesmos sujeitos de viseira tendenciosa fazem defesas semelhantes de condenados e a condenar que tanto mal fizeram ao país.

Voltemos ao fenômeno que está tirando o sono de muitas velhas raposas das política nacional e avança celeremente em direção ao Palácio do Planalto.

Não se pode concordar com tudo que Bolsonaro diz ou propõe. Porque é praticamente impossível concordar, sinceramente, com tudo que outros dizem, tanto no plano pessoal como no coletivo. Excesso de concordância combina com subserviência. O direito de discordar é a raiz mais forte que sustentar uma democracia.  Mas, então, o que esse candidato, dado a  manifestações histriônicos, controversas, que incitam à contestação, tem para se tornar o personagem mais ovacionado do país neste momento?

Simplesmente, senhoras e senhores, porque ele é o único autêntico, verdadeiro, sem máscara,  que diz o que pensa, que expressa humanamente suas emoções, suas fraquezas; que não interpreta um papel ditado por marqueteiros. Bolsonaro, gostem ou não, é Bolsonaro. É por isso que, quem gosta, manifesta-se com tanta convicção, com tanta veemência. E de graça! Porque não é figura comum tanto no âmbito humano propriamente dito como, principalmente, no político.

A maioria dos políticos são dados a dizer o que os eleitores querem ouvir, não o que pensam e como agem. São reconhecidos farsantes de carteirinha, oportunistas com sorrisos e afagos falsos. Sim, diferentes de Bolsonaro, muito diferentes.
 
Outro detalhe que merece comentário é a posição de certos jornalistas que deveriam se manter neutros, relatando ou comentando os fatos como eles são, não como gostariam que fosse. Ao em vez de se limitarem a questões de interesse público, planos de governo, fazem perguntas ridículas, desabonadoras de sua competência profissional. Depois, reclamam das respostas de Bolsonaro, que julgam agressivas. Mas não dizem que bala trocada não dói?...  

É procedente destacar que o candidato dito ideal não tem a menor possibilidade de existir porque o conceito de ideal é pessoal ou, no máximo, de segmentos de uma sociedade. Jamais foi ou será uma unanimidade no contexto geral. Utopias, fora, portanto!

Bolsonaro, que caminha a passos largos para a vitória,  vai nos livrar de uma vez por todas da epidemia do vírus da corrupção e do desmando, que devastou o Brasil nos últimos anos. Porque sua maior credencial é a idoneidade, esta que nos oferece as garantias de que suas promessas de campanha serão cumpridas.

Recuso-me a acreditar que alguém, de sã consciência, sem interesses egoístas, que pense no bem comum, ainda concorde em dar uma chance a quem nos fez tanto mal. No momento, não há outra opção: ou ser Bolsonaro ou ser o que não merecemos ser.

Duração: 4 minutos e 27 segundos | Visualizações: 1.465

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