Porto Velho (RO) sexta-feira, 20 de setembro de 2019
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Eleições 2018

POR QUE JAIR BOLSONARO É O MAIOR FENÔMENO DA POLÍTICA NACIONAL? Por Flávio Satorini


POR  QUE JAIR BOLSONARO É O MAIOR FENÔMENO DA POLÍTICA NACIONAL? Por Flávio Satorini - Gente de Opinião

ELEMENTAR, CARO LEITOR! O fenômeno Jair Bolsonaro é resultado de um conjunto de fatores que obedecem à lógica, e não, como querem os esquerdistas desolados, devido a uma reação irracional do efeito manada.

O motivo principal que gerou esse fenômeno, sem dúvida, é o descrédito dos governantes mais recentes do país que o levaram a uma crise moral e econômica nunca vista em sua história. O PT, protagonista maior desse desastre social, continua insistindo em teses que não se sustentam ante a mais insipiente das análises. Foi, sim, o desalento com o inépcia das ações de mandatários que aí estão há décadas que levaram a maioria das pessoas a querer dar um choque no status quo e partir para uma nova investida em posição diametralmente oposta.

É urgente, portanto, não perdermos esta oportunidade de nos vermos livres de um poder onde seus principais lideres, conforme confirmaram a Lava Jato e outras operações determinadas pela Justiça, são verdadeiros chefes mafiosos que, sem qualquer escrúpulo, assaltaram os cofres públicos com a viva certeza da impunidade. O Mensalão e o Petrolão são apenas alguns exemplos da ação desses saqueadores, conforme delatado por diversos membros da quadrilha. Logo virão as investigações no BNDES, na construção das hidrelétricas mais recentes, entre outras. Tremei, tremei corruptos envolvidos!

Bolsonaro é um dos raros políticos que bate no peito para desafiar quem o chame de corrupto. Quais dos demais têm essa coragem? Rabos presos é o que não faltam...

Outro detalhe que chama atenção no perfil desse candidato vitorioso são os princípios que defende. Isso acontece justamente num momento em que estamos perdendo todos os valores éticos e morais que dão sustentação à família, célula mãe da sociedade.  Estamos caminhando para um vale-tudo, para um “tudo pode”, incluindo aí práticas libertinas em público, desrespeitando o direito de pais e responsáveis preservarem suas crianças do acesso a esses assuntos antes do tempo certo. E foi o senhor Fernando Haddad, esse aí que quer ser presidente do Brasil, que quando Ministro da Educação lançou o famigerado Kit Gay, um catecismo pornográfico, sob a supervisão de André Lázaro, Secretário de Alfabetização de São Paulo,  que ensina crianças, a partir de seis anos de idade, a dar beijo gay entre outras práticas sexuais.  Bolsonaro, porta-voz das famílias, dos educadores e de outras pessoas honradas que desaprovaram a tal publicação, reagiu com veemência na tribuna da Câmara Federal  diante de tamanha insensatez. Isso fez com que ele fosse considerado preconceituoso, principalmente homofóbico.  Uma pecha injusta por ser mentirosa. Como não têm verdades para atacá-lo, usam o que mais sabem usar: a mentira.

Os políticos que não sabem o que é sinceridade se surpreenderam quando Bolsonaro declarou publicamente suas limitações de conhecimentos em certas áreas como, por exemplo, na econômica. Por outro lado, de pronto, com responsabilidade, apresentou o seu indicado, caso seja eleito, para o Ministério da Fazenda, Paulo Guedes, uma autoridade no assunto reconhecida por unanimidade. Pior do que não saber é achar que se sabe. Esse prejudicial “achar que se sabe” da maioria dos candidatos é que leva a resultados desastrosos. Como Bolsonaro não tem compromissos partidários, não fez acordos do tipo toma lá, dá cá, está à vontade para escolher os melhores especialistas em cada tema de interesse público para assessorá-lo em seu governo. Essa é a conduta há muito esperada, que ainda não havia sido implantada porque os candidatos chegaram ao poder cheios de compromissos políticos e financeiros.

Os que querem  implantar o socialismo no Brasil, PT et caterva, dizem que Bolsonaro é autoritário. Mas, na verdade, são esses tais que querem mudar a Constituição, adaptando-a, como fez Maduro na combalida Venezuela, para se perpetuar no poder. Não tenham dúvida,  Haddad, pau mandado do prisioneiro, junto com sua turma estão com sangue nos olhos para retomar de assalto o país. O ex-ministro José Dirceu, hoje prisioneiro também (aliás, dos graduados da gangue, quem não está?), declarou literalmente em recente entrevista, em São Paulo, que o PT quer ganhar esta eleição “para a gente tomar o poder” e, com isso, tirar o poder de investigação do Ministério Público e restringir o papel do Supremo Tribunal Federal ao de uma corte constitucional do país. Seu Dirceu, a Venezuela não é aqui! Por que não te calas?
 
Bolsonaro, por isso é muito mais,  tornou-se o fenômeno político que é, merecidamente. Tocou uma campanha sem dinheiro, sem comitê, sem tempo de televisão, sem apoio de outros partidos e com uma violenta campanha difamatória por parte de quase totalidade da mídia. Usou basicamente as redes sociais, o que mostra que tem a capacidade de convencimento, característica indispensável aos grandes líderes de massa. Por isso vai ser eleito, doa a quem doer, presidente do Brasil no dia 28 deste mês. Em 1º de janeiro do próximo ano, subirá a rampa do Palácio do Planalto corporificando a esperança de um inovador porvir para este país cansado de incompetentes, corruptos, de gente que exerce o poder apenas para dele se locupletar, relegando nosso povo a um descaso que parece sem fim. Um novo e melhor tempo urge.

Brasil acima de tudo. Já!

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