Quarta-feira, 13 de agosto de 2025 - 13h33

O momento difícil pelo qual o Brasil atravessa exige dos
homens públicos brasileiros o espírito público da renúncia, um sentimento cada
vez mais em desuso por parte de expressiva parcela de autoridades, políticos e
dirigentes públicos. Num instante em que uma causa maior, no caso os interesses
supremos da Nação e do povo, exige deles gestos de grandeza, muitos se recusam
a abrir mão de seus privilégios.
É como se essa gente não percebesse que, o que está jogo,
agora, é o destino de milhões e milhões de brasileiros. Não é hora, portanto,
de pensar apenas nos mesquinhos aspectos da continuidade na vida pública, mas,
sim, na importância que tem, sob todos os aspectos, a necessidade urgente que o
nosso país saia desse cipoal de dificuldades que a vaidade e a incompetência de
seus maiores o enredou, a ponto de, sem nenhum exagero, ameaçar a existência de
seu povo.
É hora de colocar o Brasil acima de interesses pessoais e
disputas políticas, que em nada contribuem para a melhoria da qualidade de vida
da população, e procurar fazer o melhor para o nosso país enquanto é tempo.
Infelizmente, o que se tem visto é uma disputa insana por nacos de poder,
movida pela vaidade e pela busca de vantagens a qualquer preço, num cenário
onde cada um dos competidores procura mostrar que tem maior importância que o
outro.
O Brasil encontra-se numa encruzilhada: ou os nossos
governantes procuram prontamente a saída para os problemas contra os quais a
Nação se debate, ou, então, o Brasil vai mergulhar, logo, num profundo abismo
econômico, social e político. Só eles não veem o caos.
Segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026 | Porto Velho (RO)
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